Ivan Maia de Vasconcelos

Entrevista

Ivan Maia de Vasconcelos

Entrevista realizada no contexto do projeto "Memória do setor petrolífero no Brasil: a história da Petrobrás", na vigência do convênio entre o CPDOC/FGV e o SERCOM/Petrobrás (1987-90). O projeto resultou no catálogo de entrevistas "Memória da Petrobrás: acervo de depoimentos", Rio de Janeiro: Sercom/Petrobras, 1988, 142p e no livro "A questão do petróleo no Brasil: uma história da Petrobrás", de autoria de José Luciano Dias e Maria Ana Quaglino (Rio de Janeiro, FGV/Petrobrás, 1993). Este livro possui apenas trechos de algumas entrevistas e está disponível para download: clique aqui A escolha do entrevistado se justificou pelo seu papel como membro do Conselho Nacional do Petróleo (CNP).
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Maria Ana Quaglino
José Luciano de Mattos Dias
Data: 18/11/1988 a 5/1/1989
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 6h15min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Ivan Maia de Vasconcelos
Nascimento: 17/10/1918; Rio de Janeiro; RJ; Brasil;

Formação: Bacharelado em Engenharia Civil e Eletrônica na Escola Nacional de Engenharia.
Atividade: Membro do Conselho Nacional do Petróleo.

Equipe

Levantamento de dados: José Luciano de Mattos Dias;
Pesquisa e elaboração do roteiro: José Luciano de Mattos Dias;

Copidesque: Ana Luiza Penna Buarque de Almeida;

Técnico Gravação: Clodomir Oliveira Gomes;

Sumário: Marielza Tiscate;

Temas

Ciência e tecnologia;
Conselho Nacional do Petróleo;
Crise econômica de 1929;
Engenharia;
Golpe de 1964;
Indústria petroquímica;
Ivan Maia de Vasconcellos;
Mercado;
Militares;
Petrobras;
Petróleo;
Planos econômicos;
Política energética;
Revolução Constitucionalista (1932);
Revolução de 1930;

Sumário

1a. Entrevista: origem familiar; formação escolar; recordações sobre as Revoluções de 1930 e 1932; impressões sobre a crise de 1929; a escolha do curso universitário da Escola de Engenharia; a passagem pelo Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR); breves comentários sobre a Intentona Comunista; alguns aspectos da estrutura do curso de engenharia; a experiência no Exército; o trabalho na Fábrica Nacional de Motores (FNM); o estágio no Instituto Nacional de Tecnologia; outros comentários sobre a FNM; o ingresso no Ministério da Viação e Obras Públicas e no Conselho Nacional do Petróleo (CNP); o trabalho como engenheiro na Refinaria de Cubatão: algumas observações sobre a localização de Cubatão, as atividades exercidas na refinaria; a questão da concorrência para obras em Cubatão; rápidos comentários sobre a Comissão Especial de Indústria Petroquímica e sobre alguns dos seus componentes; a atividade de militares na Refinaria de Cubatão: Adalberto Rodrigues, Renato Imbiriba Guerreiro, Joaquim Carlos Rego Monteiro; algumas restrições ao projeto americano e aos equipamentos franceses para a montagem da Refinaria de Cubatão; a escolha do general Stênio Caio de Albuquerque Lima para a presidência da Comissão de Construção de Cubatão................................................................................................................1 a 22

2a. Entrevista: opinião pessoal do entrevistado e da Comissão Especial de Indústrias Petroquímicas sobre a ação do Estado na questão do petróleo; observações acerca dos contratos de fornecimento de óleo bruto para Cubatão; o processo de seleção dos projetos para a construção da Refinaria de Cubatão; a relação entre a coordenação brasileira de Cubatão e as empresas estrangeiras responsáveis pela execução do projeto; a questão do impacto ambiental da refinaria de petróleo; a dificuldade de obtenção de mão-de-obra especializadae de alojamento para funcionários em Cubatão; a atuação do general Stênio de Albuquerque em Cubatão: a relação com João Carlos Barreto, presidente do CNP; o controle das verbas da Comissão de Construção; a transferência para a Europa em 1953: a aquisição e controle do equipamento francês, alemão e inglês para Cubatão; algumas impressões sobre a indústria francesa; o retorno ao Brasil em 1956 para a função de assessor-adjunto da Assessoria de Material da Petrobrás; a transferência para o cargo de superintendente da Fábrica de Fertilizantes; breves comentários sobre as visitas do general Lott e de Luiz Carlos Prestes à Cubatão; opinião do entrevistado sobre a ação do general Dieguez na rescisão do contrato com a Hydrocarbon;comentários sobre o conflito envolvendo militares em Cubatão; algumas questões sobre o projeto da Forster Wheeler Corporation para a fábrica de amônia; a distribuição ecomercialização dos produtos da Fábrica de Fertilizantes; problemas de infra-estrutura em Cubatão............. 22 a 42

3a. Entrevista: a transferência para a Refinaria Duque de Caxias (REDUC) em 1960: o ingresso na Divisão de Pré-operação; comparação entre os projetos Cubatão e Reduc; o trabalho na Assessoria de Planejamento da Reduc em conjunto com Jaci Miranda e Leon Zeitel; a execução dos projetos de refinaria em Minas Gerais e Rio Grande do Sul; rápidos comentários sobre a possibilidade de construção de refinaria no Nordeste; a empresa americana Bruce Paine e o trabalho de assessoramento à Refinaria de Cubatão; a construção da Fábrica Sintética; alguns aspectos do perfil profissional de Leopoldo Miguez; opinião do entrevistado sobre a questão da estatização do Petróleo; a atuação de Francisco Mangabeira na Petrobrás: a posição perante as distribuidoras estrangeiras; comentários sobre a ação do sindicato dos petrolheiros: o Partido Comunista dentro do sindicato; a nomeação para a chefia-de-gabinete do general Matta; a Revolução de 1964 e algumas de suas consequências para Petrobrás;a organização e atuação do Serviço de Engenharia da Petrobrás; o trabalho no Instituto Brasileiro do Petróleo........................................................................................42 a 60

4a. Entrevista: algumas observações sobre o Serviço de Engenharia da Petrobrás; a criação do Grupo Especial de Obras Prioritárias (GEOP), o Núcleo de Engenharia Básica; a encampação de refinarias particulares no governo João Goulart; observações acerca das investigações efetuadas na Petrobrás no período pós-revolução; avaliação do depoente sobre a departamentalização da Petrobrás; rápido comentário sobre o Plano de Ação Econômica do governo (PAEG) ...

5a. entrevista: o convite de Leopoldo Miguez para o cargo de vice-presidente da Petroquisa: observações sobre o sistema tripartite; as negociações efetuadas entre empresas particulares e/ou estrangeiras e a Petroquisa; relato de dois episódios com os grupos Moreira Salles e Monteiro Aranha respectivamente; a relação profissional do depoente com o general Ernesto Geisel na Petrobrás; o projeto de construção do Pólo Petroquímico da Bahia; a formação de pessoal de nível superior e nível médio promovida pela Petrobrás; a discussão em torno da entrega de derivados; a questão do desenvolvimento de tecnologia na área de petróleo; o mercado externo para os produtos petroquímicos brasileiros; breve comentário sobre a construção do Pólo Petroquímico do Rio de Janeiro; avaliação do depoente sobre o seu trabalho no Cenpes; o trabalho no Departamento Industrial (Depin) da Petrobrás..................................................................................................................................................60 a 85

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