FGV:
Idealismo, Excelência e Credibilidade
A Fundação Getulio Vargas
surgiu em 20 de dezembro de 1944. Seu objetivo inicial era
preparar pessoal qualificado para a administração
pública e privada do País. Na época,
o Brasil já começava a lançar as bases
para o crescimento que se confirmaria nas décadas seguintes.
Antevendo a chegada de um novo tempo, a FGV decidiu expandir
seu foco de atuação e, do campo restrito da
administração, passou ao mais amplo das ciências
sociais. A instituição extrapolou as fronteiras
do ensino e avançou pelas áreas da pesquisa
e da informação, até converter-se em sinônimo
de centro de qualidade e de excelência.
Marca de pioneirismo e ousadia, a Fundação
Getulio Vargas inaugurou, no Brasil, a graduação
e a pós-graduação stricto sensu em administração
pública e privada, bem como a pós-graduação
em economia, psicologia, ciências contábeis e
educação. A FGV também lançou
as bases para uma economia bem fundamentada, a partir da elaboração
do balanço de pagamento, das contas nacionais e dos
índices econômicos. Iniciativas como essas ajudaram
o profissional em busca de formação e até
o cidadão comum a entenderem melhor o desempenho econômico
e social brasileiro.
Talento
A confiabilidade dos critérios e das
ações da FGV foi construída ao longo
de gerações pelo talento e a dedicação
de homens da estirpe de Luiz Narciso Alves de Mattos, Eugenio
Gudin, Themistocles Brandão Cavalcanti, Alexandre Kafka,
Octavio Gouvêa de Bulhões, Emílio Mira
y Lopes e Mario Henrique Simonsen, entre outros, cuja força
de vontade sempre superou todos os obstáculos. Graças
a esses idealistas e ao seu empenho, líderes políticos
e empresariais, executivos, pesquisadores e estudantes renovam
continuamente a confiança na reputação
e nos princípios da instituição, fortalecendo
seu prestígio dentro e fora do País.
Os bens, produtos e serviços oferecidos
pela Fundação Getulio Vargas contribuem,
de modo permanente, para a elevação da produtividade
e da competitividade de um grande número de empresas
e para o aprimoramento de organismos públicos municipais,
estaduais e federais. O sólido conhecimento das dinâmicas
e práticas do mercado e a alta competência acadêmica
e experiência internacional de seu corpo docente possibilitaram
à FGV conceber uma oferta diversificada e abrangente
para as necessidades e expectativas de seu público,
seja da área governamental ou do setor privado.
Estímulo
Líder na criação e no
aperfeiçoamento de idéias que contribuam para
o desenvolvimento nacional, a FGV investe e estimula a pesquisa
acadêmica, o que tem resultado em produção
de relevância, reconhecida nacional e internacionalmente.
Os temas abrangem a macro e microeconomia, finanças,
direito, saúde, previdência social, pobreza e
desemprego, poluição e desenvolvimento sustentável.
Também são mantidos programas de pesquisa em
história, ciências sociais, educação,
justiça, cidadania e política. A Fundação
realiza, ainda, trabalhos sob encomenda para o setor público,
iniciativa privada e organismos internacionais, como o Banco
Mundial (Bird) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento
(BID).
Um dos principais produtos da FGV é
a análise econômica, elaborada por especialistas
do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE), da Escola de Administração
de Empresas de São Paulo (EAESP) e da Escola de Pós-Graduação
em Economia (EPGE). A apuração de índices
setoriais, que refletem o comportamento dos custos de variados
segmentos da economia, é outra tradicional e prestigiada
atividade da Fundação. O serviço de informações
econômicas, que inclui um banco de dados sobre a economia
brasileira e sobre empresas, é permanentemente utilizado
por investidores e estudiosos em geral.
FGV EM AÇÃO
Educação
Primeira instituição da América
Latina a criar cursos de bacharelado em Administração
Pública e de Empresas, a FGV formou em meados da década
de 1950 as primeiras turmas de administradores do continente,
egressas da então Escola Brasileira de Administração
Pública (ex-EBAP, atual EBAPE) e da Escola de Administração
de Empresas de São Paulo (EAESP). Atualmente, essas
duas unidades e as demais que compõem o universo da
Fundação perpetuam nos cursos de Graduação
em Administração e Economia, e de pós-Graduação
em áreas como Ciências Sociais e Direito, a tradição
de qualidade no ensino que, há mais de meio século,
caracteriza a entidade.
Suas escolas, em várias regiões
do País, são reconhecidas também no exterior
onde mantêm intercâmbio com importantes instituições,
além de centros de ensino avançado da mais alta
qualidade. Os programas de mestrado e doutorado da FGV continuam
credenciando seus alunos a ingressarem, como bolsistas ou
professores, nas mais exigentes universidades do mundo. A
programação de cursos lato sensu da FGV, de
ampla abrangência, tem proporcionado a profissionais
em busca de atualização um aprimoramento acadêmico
de altíssimo nível continuamente comprovado
pelo mercado.
Especialização
Um dos exemplos de programa sofisticado de
cursos de extensão e especialização disponíveis
em dezenas de cidades do País é o FGV Management.
Contando com professores do Rio de Janeiro e de São
Paulo, oferece pós-graduação lato sensu
em diversas áreas. Para as empresas, uma excelente
oportunidade de valorização de seus recursos
humanos é o GVpec, programa de educação
continuada da FGV em São Paulo. O professorado é
constituído por docentes titulados no Brasil e no exterior,
com vasta experiência em ensino, pesquisa, consultoria
e gestão empresarial.
Outra marca de prestígio conquistada
pela FGV são os cursos in company, destinados ao público
interno de uma empresa para atendimento de necessidades específicas.
Entre os clientes da FGV, neste caso, figuram a Caixa Econômica
Federal, Banco do Brasil, Banco Itaú, Furnas Centrais
Elétricas e Rede Ferroviária Federal, entre
outros. Na programação de curta duração,
são destaques o Curso de Administração
de Empresas (CADEMP), oferecido pela EBAPE; os de educação
a distância, como o Centro FGV Petrobras, da EAESP,
em São Paulo; e o FGV On Line.
Responsabilidade
Os cursos ministrados pela FGV exigem de
seus alunos mais do que empenho e competência para assegurar
a qualificação de um profissional preparado
para os desafios da realidade contemporânea. O que a
FGV espera continuar alcançando, com suas atividades,
é a formação de cidadãos éticos,
cientes de suas responsabilidades como agentes transformadores
da sociedade brasileira. Mais do que formar especialistas,
o que se busca é o desenvolvimento de alunos capazes
de entender criticamente o conteúdo de seus cursos,
onde o exercício de liderança e cidadania é
fundamental.
A conexão com o mercado de trabalho
compreende desde a alocação dos alunos como
estagiários, trainees ou profissionais, até
o acompanhamento da carreira de seus ex-estudantes, para efeito
de pesquisa ou recolocação. A preocupação
social da FGV engloba ainda a concessão de bolsas de
estudo; o crédito educativo, que permite o financiamento
de mensalidades para reembolso após a formatura; e a difusão de conhecimentos e trabalhos como o Mapa
da Fome, elaborado pelo Centro de Políticas Sociais
(CPS) do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE), como subsídio
à formulação de políticas sociais
por parte de órgãos do governo.
Consultoria
No campo da consultoria, a FGV também
se sobressai por agregar aos trabalhos realizados o seu maior
patrimônio: a credibilidade estabelecida ao longo do
tempo pela experiência, segurança e competência
em tudo o que faz. Seus serviços especializados de
aconselhamento e assistência técnica profissional
e organizacional ajudam empresas e executivos na tomada de
decisões, na identificação de novas oportunidades
e escolha de novos rumos para as organizações.
Dispondo de quadros de excelência técnico-científica,
a Fundação Getulio Vargas, por intermédio
das atividades da FGV Projetos e do Instituto Brasileiro
de Economia (IBRE), oferece aos clientes estudos, projetos
e pesquisas em áreas diversas, como finanças
corporativas, modernização administrativa e
previdência, entre outras.
Programas
O avanço da globalização,
a abertura da economia brasileira e a demanda por novos e
diferenciados serviços levaram a FGV a segmentar suas
atividades, aprofundado-as conforme os graus de exigência
e expectativa da sociedade e transformando-as em programas
especiais. Assim, da parceria inovadora entre a FGV e a iniciativa
privada — por intermédio do Comitê de Cooperação
Empresarial —, foi criado o Centro de Economia Mundial
da FGV, denominado CCE-CEM, precursor no estudo e na discussão
das grandes questões internacionais.
Outros frutos da tradição pioneira
da FGV são o Programa de Certificação
Profissional (ProFGV), uma nova modalidade de habilitação
introduzida no País; o Centro Internacional de Desenvolvimento
Sustentável (CIDS), que promove um padrão
de desenvolvimento avançado, articulado com o bem-estar
social e compatível com a realidade atual; o Programa
de Estudos em Gestão Social (PEGS), dedicado
à produção de experiências em gestão
social e especialização de profissionais; e
o Centro de Estudos do Terceiro Setor (CETS), que atua
em pesquisa, ensino, treinamento e assessoria. O ProFGV, CIDS
e PEGS são vinculados à EBAPE, enquanto o PEGS
está vinculado à EAESP.
Informação
De importância fundamental para levar
ao público a produção acadêmica
da Fundação Getulio Vargas e obras de autores
nacionais e estrangeiros essenciais para o estudo e o debate
das ciências sociais, da economia e da administração,
é a Editora FGV. Além das edições
próprias, que formam um catálogo com mais de
200 títulos, a Editora executa projetos editoriais
e publica livros sob encomenda para empresas e instituições.
Também por meio de suas livrarias e bibliotecas, a
FGV contribui para que profissionais, estudantes e o público
em geral, tenham acesso ao conhecimento e à informação.
Também fonte imprescindível
de informação e reflexão sobre a realidade
brasileira e internacional são as revistas e o programa
de televisão produzidos pela FGV. "Conjuntura Econômica" e "Revista Brasileira de Economia (RBE)", lançadas
em 1947, são dois ilustres exemplos de publicações
tradicionais voltadas para a abordagem econômica, embora
com tratamento e apresentação distintos. Também
voltadas para a divulgação da produção
acadêmica e a análise crítica estão
a "Revista de Administração Pública (RAP)" e a "Revista de Administração de Empresas (RAE)".
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