A Fundação
Getulio Vargas, desde 1944, continuamente incorpora tecnologia,
pesquisa científica, gestão de informação
e capacitação acadêmica e profissional
na sua prestação de serviços para a sociedade
brasileira.
Ao longo desse período, sua marca
passou por várias mudanças, mas com uma característica
marcante: o uso do V que representa o pilar da sede da instituição,
projetada por Oscar Niemeyer. Como sinal dos tempos, a marca
tornou-se mais simples, de fácil leitura e rápida
percepção.
No entanto, a aplicação da
marca, em múltiplas situações possíveis,
acabou por gerar alternativas que exigiram uma redefinição,
a fim de contribuir com o processo integrado de comunicação
institucional.
Respondendo à necessidade de unificar
as características da identidade visual da Fundação
Getulio Vargas, foram estabelecidas normas e recomendações
para o correto uso da marca, nas situações mais
freqüentes, facilitando assim a comunicação
com o público a que se dirige.
Considerando que as normas implantadas, através
do Manual de Identidade Visual, foram estabelecidas de forma
integrada, qualquer aplicação diferente do previsto,
por menor que seja, pode comprometer a percepção
de qualidade desejada para a imagem da Fundação
Getulio Vargas.
Assim, em qualquer condição
em que seja necessária sua aplicação,
a marca deverá preservar a definição
de cores, formas, letras, tipos e proporções,
contribuindo com a percepção de qualidade, prestígio
e excelência que sempre caracterizou a Fundação
Getulio Vargas.
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