Papers on
Infrastructure
This
article studies the interplay between fiscal rules, public investment and
growth in
This
article studies the productive impact of infrastructure investment in
Published
in “Fiscal Policy, Stabilization, and Growth”, edited by Guilhermo Perry, Luis
Servén and Rodrigo Suescún, The World Bank, 2007.
Este artigo utiliza um modelo dinâmico de equilíbrio geral para investigar os impactos de crescimento econômico e bem estar associados à política de parceria público-privada (PPP) no Brasil. Assume-se uma economia com capital privado e infra-estrutura pública e privada e um governo que, além de investir, arrecada impostos, recebe renda de seus serviços e transfere renda para os indivíduos. O modelo é calibrado para a economia brasileira utilizando metodologia padrão e buscando reproduzir os mecanismos da Lei 11.079, de dezembro de 2004, que criou a PPP no Brasil. As simulações indicam que o impacto potencial da Lei das PPPs sobre o crescimento e o bem estar é pouco significativo. No longo prazo, no melhor dos cenários, o produto estaria somente 5% acima de sua tendência atual. Se associada a uma política de investimento público financiado com redução de gastos correntes, o impacto poderia ser muito mais relevante. Entretanto, a redução temporária das transferências - que ficariam até 18 anos abaixo da tendência atual - configura-se como um sério impedimento político para este tipo de política.
O presente trabalho apresenta uma análise do setor de infra-estrutura brasileiro durante o período 1950-1996. Para isto foram levantadas séries de investimentos e medidas físicas para os setores elétrico, de telecomunicações, rodoviário, ferroviário, portuário e aeroportuário que até hoje estavam indisponíveis. Mostramos ( e mensuramos) que no período 1950-79 observa-se um crescimento acelerado dos investimentos no setor, principalmente em energia elétrica e transportes. Na década de 80, com a deterioração financeira do Estado, um endividamento crescente e um processo de aceleração inflacionária, os investimentos das estatais foram drasticamente reduzidos. Para isto também contribuiu os desvinculamentos de impostos aprovados na constituição de 1988. Em alguns casos os investimentos caem para menos que um quinto da média dos anos setenta, o que acabou provocando aumento dos custos e deterioração da qualidade dos serviços .
Impactos Produtivos da
Infra-estrutura no Brasil: 1950-1995
O presente trabalho apresenta uma análise empírica do setor de infra-estrutura brasileiro no período 1950-1995. Concentra-se na estimação das elasticidades do produto e da produtividade em relação ao capital e investimento em infra-estrutura desagregados em cinco setores (energia elétrica, telecomunicações, ferrovias, rodovias e portos) bem como em relação a medidas físicas de estoque de capital. Investiga-se também o sentido de causação entre o capital de infra-estrutura e o PIB e a produtividade total dos fatores (PTF). Os resultados obtidos confirmam para o Brasil a existência de uma forte relação entre infra-estrutura e produto no longo prazo. As nossas estimativas para elasticidade-renda de longo prazo situam-se entre 0,55 e 0,61 sendo que os setores que influenciam mais intensamente o PIB são os de energia elétrica e transportes. As estimativas de longo prazo da elasticidade da PTF em relação ao capital em infra-estrutura são também altas e bastante significativas, da mesma forma que o impacto das medidas de estoque físico de capital sobre o PIB.
This
article was published in the Pesquisa
e Planejamento Econômico, August/98,
nº 2, pp. 315-338.
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paper version is available here
Um estudo sobre infra-estrutura: impactos produtivos,
cooperação público-privado e desempenho recente na América Latina (com João
Mário Santos de França)
Este trabalho busca discutir de forma sucinta a importância da infra-estrutura – telecomunicações, estradas, saneamento, energia, etc. - para o desenvolvimento econômico da América Latina e modalidades recentes em que sua oferta se deu na região, focando aqui principalmente na participação da iniciativa privado no setor.
Este artigo é uma “survey” escrita para a Cepal em 2004: Download
A estagnação dos investimentos em infra-estrutura como limite ao crescimento
Artigo publicado na revista Conjuntura Econômica em 12/2006