Entrevista, O Globo, 15/03/09: “Crescimento não era sustentável”
Por que o
Brasil não Precisa de Política Industrial
Este trabalho discute a conveniência do uso de políticas industrias no Brasil. Argumenta-se que o sucesso dos países do Leste Asiático, muitas vezes associado ao uso de política industrial (PI), é resultado principalmente de políticas horizontais. Além disso, aponta-se que a maioria dos argumentos utilizados para justificar a adoção de PI carece de fundamentação teórica e empírica e que PI deve ser motivada por algum tipo de falha de mercado. Nesse sentido, faz-se uma breve descrição das falhas de mercado que teoricamente justificariam algum tipo de PI, avalia-se a relevância empírica destas falhas e quais as ferramentas de intervenção seriam mais adequadas (se for o caso). A partir disso, avalia-se a atual política industrial brasileira, tal como descrita em Brasil (2003). Por fim, conclui-se que políticas horizontais, além de estarem menos sujeitas à pressão de grupos organizados, possuem maior potencial para impulsionar o crescimento econômico brasileiro.
A estagnação dos investimentos em infra-estrutura como limite ao crescimento
Artigo publicado na revista Conjuntura Econômica em 12/2006
Eficiência e
Produtividade Total dos Fatores
Este trabalho estuda a eficiência produtiva do estado de Minas Gerais, analisando a evolução e a situação comparativa de sua produtividade total dos fatores (PTF). Mostramos que o estado seguiu a tendência geral do país de queda da PTF e que para qualquer uma das medidas que construímos, a PTF no estado é inferior a dos estados do Sul e é superior a dos estados do Nordeste, o que o coloca como um estado de fronteira em termos de eficiência. Nossa evidência é que a baixa produtividade por trabalhador é a principal causa do atraso. Um trabalhador médio de SP ou RJ produz mais que 60% que aquele de MG. Em uma simulação mostramos que o produto do estado seria 41% maior se ele fosse tão eficiente quanto São Paulo, mas somente 9% mais rico se possuísse o mesmo nível de capital por trabalhador. Isto é, a diferença de insumos, embora relevante, não é gritante. Possíveis causas seriam a baixa produtividade agrícola, a elevada informalidade, má infra-estrutura e menor educação.
The Political Economy of Public Debt in
We study
the public debt management in
This paper was part of the project on Sovereign Debt and Development of the World Bank. Download
Um estudo sobre infra-estrutura: impactos produtivos,
cooperação público-privado e desempenho recente na América Latina (com João
Mário Santos de França)
Este trabalho busca discutir de forma sucinta a importância da infra-estrutura – telecomunicações, estradas, saneamento, energia, etc. - para o desenvolvimento econômico da América Latina e modalidades recentes em que sua oferta se deu na região, focando aqui principalmente na participação da iniciativa privado no setor.
Este artigo é uma “survey” escrita para a Cepal em 2004: Download
Interest Groups, Determinants of Trade Policy,
and Industrial Productivity
Results presented
in this article show that there is substantial evidence of endogeneity in
Paper
published in the home page of the Instituto
Futuro Brasil
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Política Industrial e Comércio Exterior
Este artigo busca discutir política industrial para o Brasil,
centrando em argumentos comumente encontrados no debate de crescimento e de
apoio à indústria. Mais especificamente, estamos interessados em investigar
possíveis elos entre política industrial e comércio exterior. Mostramos que no
campo microeconômico argumentos de falha de mercado que justificariam tal
intervenção dificilmente se aplicariam ao caso
Sobre Política Industrial: Uma política ineficaz e regressiva
Artigo publicado no jornal Estado de São Paulo (13/05)
Artigo publicado na revista Conjuntura Econômica
Artigo publicado no jornal Valor Econômico
Artigo publicado no jornal Valor Econômico
Artigo publicado na revista Exame
Artigo publicado no jornal Valor Econômico (28/01/2004)