Pedro Cavalcanti Ferreira – Applied Papers

 

 

Entrevista, O Globo, 15/03/09: “Crescimento não era sustentável”

 

 

Uma Nota Sobre Desvalorização, Crescimento e a Relação entre Poupança Doméstica e Câmbio

Pedro Cavalcanti Ferreira, Renato Fragelli Cardoso, Revista Econômica/UFF

 

 

Por que o Brasil não Precisa de Política Industrial

Pedro Cavalcanti Ferreira, Samuel Pessoa, Maurício Canedo e Luiz Guilherme Schymura

 

Este trabalho discute a conveniência do uso de políticas industrias no Brasil. Argumenta-se que o sucesso dos países do Leste Asiático, muitas vezes associado ao uso de política industrial (PI), é resultado principalmente de políticas horizontais. Além disso, aponta-se que a maioria dos argumentos utilizados para justificar a adoção de PI carece de fundamentação teórica e empírica e que PI deve ser motivada por algum tipo de falha de mercado. Nesse sentido, faz-se uma breve descrição das falhas de mercado que teoricamente justificariam algum tipo de PI, avalia-se a relevância empírica destas falhas e quais as ferramentas de intervenção seriam mais adequadas (se for o caso). A partir disso, avalia-se a atual política industrial brasileira, tal como descrita em Brasil (2003). Por fim, conclui-se que políticas horizontais, além de estarem menos sujeitas à pressão de grupos organizados, possuem maior potencial para impulsionar o crescimento econômico brasileiro.

 

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A estagnação dos investimentos em infra-estrutura como limite ao crescimento

 

Artigo publicado na revista Conjuntura Econômica em 12/2006

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Eficiência e Produtividade Total dos Fatores em Minas Gerais

 

Este trabalho estuda a eficiência produtiva do estado de Minas Gerais, analisando a evolução e a situação comparativa de sua produtividade total dos fatores (PTF). Mostramos que o estado seguiu a tendência geral do país de queda da PTF e que para qualquer uma das medidas que construímos, a PTF no estado é inferior a dos estados do Sul e é superior a dos estados do Nordeste, o que o coloca como um estado de fronteira em termos de eficiência. Nossa evidência é que a baixa produtividade por trabalhador é a principal causa do atraso. Um trabalhador médio de SP ou RJ produz mais que 60% que aquele de MG. Em uma simulação mostramos que o produto do estado seria 41% maior se ele fosse tão eficiente quanto São Paulo, mas somente 9% mais rico se possuísse o mesmo nível de capital por trabalhador. Isto é, a diferença de insumos, embora relevante, não é gritante. Possíveis causas seriam a baixa produtividade agrícola, a elevada informalidade, má infra-estrutura e menor educação.

 

 

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The Political Economy of Public Debt in Brazil (Com Marco Bonomo)

 

We study the public debt management in Brazil since the early eighties, focusing on the political economy aspects and the conflict of interest among the players directly or indirectly engaged in public debt policy in this country. We first present the relevant stylized facts of debt evolution and composition, of public finance in Brazil and some exercises on debt dynamic. In a second block the main topics regarding the political economy of public debt in Brazil are discussed

 

This paper was part of the project on Sovereign Debt and Development of the World Bank. Download

 

 

 

Um estudo sobre infra-estrutura: impactos produtivos, cooperação público-privado e desempenho recente na América Latina (com João Mário Santos de França)

 

Este trabalho busca discutir de forma sucinta a importância da infra-estrutura – telecomunicações, estradas, saneamento, energia, etc. - para o desenvolvimento econômico da América Latina e modalidades recentes em que sua oferta se deu na região, focando  aqui principalmente na participação da iniciativa privado no setor.

 

Este artigo é uma “survey” escrita para a Cepal em 2004: Download

 

 

 

Interest Groups, Determinants of Trade Policy, and Industrial Productivity

 

 

Results presented in this article show that there is substantial evidence of endogeneity in Brazil’s trade policy and that more concentrated sector with greater bargaining power and potentially more exposed to competition from imports receive more protection. At the same time, another set of estimates links trade-protection measures such as nominal tariffs and the rate of effective protection with productivity growth. There is a negative relation here, so that, all things being equal, in those industries where trade barriers are higher, the productivity of labor and the total productivity of the factors grow at a slower rate. Similarly, the larger the imports of machines and equipment, the faster the sector grows. This way, the organized action and lobbying of interest groups for more protection bears an indirect but relevant impact on industrial performance and on the economy as a whole. The activity of these groups has a long-term impact that has hitherto been ignored, since indirectly it affects the growth rate of industrial productivity.

 

Paper published in the home page of the Instituto Futuro Brasil

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 Política Industrial e Comércio Exterior

 

Este artigo busca discutir política industrial para o Brasil, centrando em argumentos comumente encontrados no debate de crescimento e de apoio à indústria. Mais especificamente, estamos interessados em investigar possíveis elos entre política industrial e comércio exterior. Mostramos que no campo microeconômico argumentos de falha de mercado que justificariam tal intervenção dificilmente se aplicariam ao caso em questão. Mais problemático ainda é o fato de que toda esta argumentação não leva em conta aspectos macroeconômicos que inviabilizam os resultados esperados destas políticas se não forem feitas reformas adicionais que, via de regra, não são lembradas. A comparação com experiências internacionais como a dos Tigres Asiáticos também é problemática, dada a dificuldade em separar o possível efeito de políticas industriais daqueles causados por outros fatores tais como expansão da educação, liberalização comercial e aumento da poupança pública e privada. A utilização de políticas horizontais tem não só maior potencial de afetar a produtividade industrial como um todo, mas apresenta também maior grau de transparência e eqüidade.

 

 

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Sobre Política Industrial: Uma política ineficaz e regressiva

 

Artigo publicado no jornal Estado de São Paulo (13/05)

 

 

Desenvolvimento econômico: novas políticas para velhos problemas

 

Artigo publicado na revista Conjuntura Econômica

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Política industrial e comércio exterior

 

Artigo publicado no jornal Valor Econômico

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Política Regional em novos moldes: mais educação e menos subsídios

 

Artigo publicado no jornal Valor Econômico

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Proteção Comercial: Racionalidade Econômica ou Interesses Privados?

 

Artigo publicado na revista Exame

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Redução do Superávit Fiscal é Má Política de Crescimento

 

Artigo publicado no jornal Valor Econômico (28/01/2004)

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