PESQUISA BIBLIOGRÁFICA

Em direção a um novo paradigma de gestão ambiental - tecnologias limpas ou prevenção de poluição

Rubens Mazon

Professor Assistente de Administração do Meio Ambiente do Departamento de Administração da Produção, Logfstica e de Operações lndustriais da EAESP/FGV; Superintendente da Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes/Conselho Regional do Estado de Sao Paulo

 

 


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"Can Capitalists Be Environmentalists?" é o título do artigo escrito por Barry Commoner para a Business and Society Review em 1990. Neste artigo, ele faz uma revisão de mais de vinte anos do moderno movimento ambientalista e, desde logo, conclui que: "Nos Estados Unidos, após serem gastos cerca de US$ 1 trilhão em esforços para controlar a poluição ambiental, os resultados obtidos foram mínimos." ( Ref.176)

"Durante os anos 90, o mundo irá focalizar mais e mais a consideração dual de desenvolvimento econômico e proteção ambiental. Neste espírito é que a UNCED - United Nations Conference on Environment and Development, aberta no Dia Mundial do Meio Ambiente - 05 de junho de 1992 - no Brasil, foi um fórum de alto nível, dedicado a promover um desenvolvimento sustentável e consistente ambientalmente em todos os países." (Ref.074)

A UNCED ou ECO-92 tem uma oportunidade única de redefinir os objetivos e meios dos programas de assistência, e se baseia na importância das ligações entre os problemas ambientais locais e os globais, nas oportunidades oferecidas pela transferência de tecnologia e na menosprezada importância de se estabelecer mecanismos nacionais e internacionais para tratar os tópicos de desenvolvimento de forma ambientalmente consistente.

Por outro lado, "os problemas discutidos no contexto da UNCED (ou ECO-92) são muito mais complexos do que aqueles tratados em 1972 em Estocolmo. O duplo tema - desenvolvimento e meio ambiente - certamente traz uma diversidade de pontos de vista. O conflito Norte-Sul poderá arruinar o resultado da UNCED, como o fez nas conferências prévias, degenerando o encontro em acusações e alfinetadas; mas considerando que a UNCED oferece oportunidades para tantos benefícios potenciais para todas as nações, ela requer apoio dos mais altos escalões de todos os governos, incluindo o dos Estados Unidos." (Ref.074)

"O meio ambiente global está sendo degradado em uma escala que leva a custos severos, podendo transformar-se rapidamente em instabilidade política e até em ameaça para a segurança. Ao mesmo tempo, um incremento nas ligações econômicas e ecológicas entre as nações está tornando-as mais e mais interdependentes." (Ref.315).

Em "Solving Environmental Problems Without Hysteria", Tsuchiya diz: "Eu questiono se os ecologistas vêem os seres humanos como criaturas vivas tão docilmente resignadas à sua sorte quanto as ovelhas, sem nada fazer para lidar com os problemas que as estão arruinando. Quero reforçar que somos a favor das campanhas de proteção do verde, dos alimentos e do sistema ecológico, mas achamos também que não é sensato fazer mais barulho que o necessário". (Ref.129)

"A preocupação acerca da acelerada deterioração do meio ambiente da Terra vai sendo levada rapidamente a um ponto onde algumas das vacas sagradas da estrutura econômica do Ocidente estão sendo questionadas. Os custos prospectados de medidas globais de longo prazo, que simplesmente carregam tendências resultantes da industrialização, podem ser tão altos que forçarão revisões radicais das prioridades tradicionais. O crescente debate incorpora um amplo espectro de tópicos importantes, e freqüentemente não mencionáveis, que vão de política energética e o papel da energia nuclear aos relacionamentos entre os países desenvolvidos e aqueles menos desenvolvidos. Entretanto, os interesses nacionais militam contra quaisquer soluções compreensíveis mais próximas". (Ref.319)

Em "Tom Hayden meet Adam Smith and Thomas Aquinos", Nelson discute os exageros dos ambientalistas no seguinte tom: "Por que os homens de negócio não suportam as demandas extremas dos ambientalistas? É porque eles não compreendem que estão lidando com uma religião, e não com políticos e economistas... A coisa mais perigosa no ambientalismo religioso é que ele leva as pessoas a rejeitar caminhos economicamente sensíveis para tratar dos problemas ambientais." (Ref.317)

Em "Customers Drive Corporations Green", os autores discutem o crescimento dramático do movimento verde e alguns dos efeitos inevitáveis sobre os negócios, na medida em que se torna um elemento integrado na demanda do consumidor. "A pressão do consumidor força a legislação e os fabricantes precisam prever e se preparar para a regulamentação. As empresas precisam estabelecer um marco para seus planos futuros, identificar as oportunidades e riscos imediatos e se preparar para um desenvolvimento amplo a longo prazo." (Ref.409) Isto requer o desenvolvimento de políticas nacionais e até internacionais para equacionar a questão. Por exemplo "a política britânica sobre poluição será cada vez mais moldada em Bruxelas e não em Londres. Isto deve-se em parte pelo crescimento da preocupação sobre como a sujeira flui e atravessa as fronteiras: com três países da Comunidade Européia partilhando o Reno, a Europa Continental tende a ver a poluição como um tópico internacional.

Ainda mais importante tem sido a crescente conscientização que a 'enverdização' reflete no comércio internacional. Se um país impuser controles mais rígidos que outro, ele sofrerá desvantagem na competição, ao passo que se um insistir em altos padrões de produto, ele beneficiará seus próprios produtores." (Ref.240)

Em 1978, um escritor soviético usando o pseudônimo de Boris Komarov escreveu um pequeno volume intitulado The Destruction of Nature in the Soviet Union. O autor era um oficial do governo com amplo acesso aos dados oficiais. O livro, publicado na samizdat (imprensa subterrânea), estava repleto de historias cruéis de poluição ameaçando a saúde e de devastação ambiental induzida pelo homem. No final de 1989, em sinal de como as coisas mudaram, o próprio governo soviético publicou seu primeiro relatório ambiental em nível nacional.

"A magnitude dos problemas ambientais na Europa Oriental e na União Soviética produziram um movimento verde de base ampla. Em poucos anos, o ativismo ambiental surgiu da ilegalidade, fazendo parte integral da nova ordem política local. Os sucessos desses novos movimentos são notáveis, especialmente considerando-se os obstáculos colocados em seu caminho ... Considerando que só recentemente os ambientalistas soviéticos tiveram permissão para desempenhar um papel ativo e politicamente aberto, as raízes de seu movimento já são profundas. Como muitos de seus ecologistas gostam de assinalar, a União Soviética deu algumas contribuições ao pensamento ambiental, já na era pré-comunista, através dos textos de filósofos ambientalistas como Vernadsky VI. No final do século XIX, Vernadsky desenvolveu um conceito de mundo dividido em biosfera e noosfera - aquela parte do mundo natural sob influência da atividade humana. Numa época distante, ele alertou para o fato de que 'sem cuidado, as atividades humanas colocariam em risco o mundo natural'." (Ref.040)

"Os economistas têm defendido o uso de mecanismos de mercado para conseguir o controle da poluição. Eles argumentam que estes tipos de incentivos dão ao poluidor a liberdade de experimentar uma gama de respostas, tais como mudar os mixes de produtos ou escolher entre as tecnologias disponíveis. Os mecanismos de mercado irão também encorajar a inovação tecnológica, embora isso tenha sido freqüentemente negligenciado.

No entanto, a comunidade de pesquisa acadêmica, bem como o setor privado, também negligencia a tecnologia e a ciência ambiental. Os problemas ambientais são encontrados principalmente em atividades de base, que não têm o charme e o caráter inovador de, por exemplo, exploração espacial ou tratamentos médicos avançados. Assim, o estado de pobreza da ciência aplicada em muitas áreas de tecnologia de base ambientalmente importantes impede o desenvolvimento de novos processos e produtos." (Ref.104)

Ao mesmo tempo que sugere a propriedade de se desenvolver uma versão ambiental do Plano Marshall, Tietenberg (ref.402) propõe o estabelecimento de "impostos de emissão" como uma forma de aplicação do "princípio de custo pleno". Esse princípio tem como premissa que a toda atividade de consumo e produção deve ser imputado o custo pleno, incluindo o custo para o meio ambiente. "No sistema regulador tradicional de controle baseado nos padrões de emissão de efluentes, uma vez que a fonte atendeu ao padrão legal, esforços adicionais para reduzir as emissões não são necessários nem têm interesse econômico. Com uma taxa de emissão, entretanto, toda emissão não controlada implicará em uma carga financeira adicional. Portanto, a adoção de novas tecnologias que possibilitem reduções incrementais da emissão a custos razoáveis, será uma estratégia atrativa para a fonte onerada por taxas de emissão, o que não acontece hoje para a fonte que está submetida aos tradicionais padrões de emissão". (Ref.403)

Em 1990, a Finlândia, Holanda e Suécia implementaram uma política de tarifas sobre a emissão de produtos de carbono. Nesse mesmo ano, Singapura também usou esse processo para reduzir drasticamente a produção de gases de CFC, que ameaçam nossa camada de ozônio. "Em fevereiro de 1991, o Worldwatch Institute, sediado em Washington, DC, propôs não uma proibição, mas tarifas sobre oito solventes comuns, inclusive uma tarifa sobre carbono para tratar da questão do efeito estufa. Estaria o Worldwatch assumindo a religião da liberdade de mercado?" (Ref.131)

"Em Los Angeles, Califórnia, a Proposição 65, aprovada em novembro de 1986, determina que toda empresa com dez ou mais empregados deve emitir avisos claros se eles estiverem expondo os empregados ou o público a qualquer substância que possua um sério risco de causar câncer ou defeitos congênitos. A multa máxima pela Proposição 65 é de US$ 2.500 por dia para cada pessoa que não tiver recebido um claro aviso sobre os riscos de câncer relacionados à exposição. São avisos previstos na Proposição 65: anúncios em jornais, cartazes e mala-direta". (Ref.423)

A forma tradicional de tratar dos problemas ambientais é publicar regulamentos. Uma forma de regulamento é a que requer a adoção, por parte das empresas ou individuos, de procedimentos antipoluição específicos, tais como a administração de esgotos e aterros sanitários. Se eles não forem satisfatórios, os responsáveis poderão ser processados. Outro método, cada vez mais comum, é o estabelecimento de níveis máximos de emissão. Um exemplo são os limites de certas substâncias químicas descarregadas nos rios: se os parâmetros forem excedidos, haverá processo ou penalidades.

"Estas restrições quantitativas podem ser contrastadas com o uso de mecanismos de mercado para o controle da poluição. Aqui, o propósito é dar aos consumidores e produtores sinais claros acerca dos custos de utilização dos recursos ambientais. À luz desses dados, produtores e consumidores escolhem qual a melhor maneira de alterar suas práticas de modo a atender às necessidades ambientais. As conseqüências benéficas desse método, se bem pensado, são que aqueles que considerarem mais barato reduzir as emissões farão maiores reduções, o que seria um incentivo ao desenvolvimento de tecnologias mais eficientes, e um incentivo contínuo a não danificar o ambiente". (Ref.059)

Commoner também questiona os mecanismos de mercado como solução definitiva para as questões ambientais, pois, se eles podem ser um expediente para lidar com os produtos gerados por decisões passadas, de caráter não ecológico, elas não nos protegerão contra novos erros. "A tecnologia continuará evoluindo, mas se deixados a seus próprios mecanismos de participação no mercado e maximização dos lucros a curto prazo, os futuros capitalistas cometerão novos erros ambientais." (Ref.176)

"A recomendação verde de crescimento menor como meio de reduzir o dano ambiental está descartada - se é a grande descarga o que freqüentemente causa o problema, e é também isso que nos habilita a ter subsídios para tratar desta questão. A política deveria começar por uma avaliação adequada dos custos e benefícios da ação e da não-ação. Mecanismos de mercado - tais como tarifas (taxas) e licenças comercializáveis - são geralmente o melhor caminho para enfrentar problemas ambientais; mas os economistas são muitas vezes tão ingênuos acerca de sua aplicação geral quanto os não-economistas o são acerca da efetividade da regulamentação prescrevedora." (Ref.059)

Nos países da Europa Ocidental, os "consumidores verdes" contribuem para a proteção do meio ambiente exercendo sua escolha no mercado. A rotulagem de produtos indicando aqueles com menor efeito adverso para o meio ambiente tem ajudado a guiar sua escolha. "Como o programa alemão tem emitido rótulos desde 1978, suas 64 categorias de produtos cobrem agora um exército de produtos - desde motores de baixo ruído e chuveiros operados eletronicamente até materiais para freios isentos de asbestos ... Agora os planos de rotulagem ambiental dão a volta ao mundo: Canadá e Japão iniciaram em 1989. Noruega, Suécia, Finlândia, França, Portugal, Áustria e Nova Zelândia esperavam começar a emitir rótulos em 1991 e, para o final de 1992, é possível que não menos de 22 dos 24 países da OECD poderão ter produtos com rótulos ambientais nas prateleiras de seus mercados. A CEE anunciou recentemente sua própria proposta para um programa de rotulagem ambiental em toda a extensão da Comunidade." (Ref.106) Em artigo escrito em 1989 por dois economistas do Banco Mundial, pode-se obervar a evolução da política ambiental do Banco. "À medida que a degradação ambiental crescentemente ameaça o desenvolvimento econômico, o Banco intensifica seus esforços para integrar as considerações ambientais no seu trabalho diário." (Ref.539)

Os autores consideram estratégico o tópico relativo aos chamados "comuns globais" (isto é, itens ambientais que têm significado internacional) e falam da necessidade, a par da dificuldade de se valorizar os aspectos ambientais. "Apesar das limitações da economia em colocar valores a muitas conseqüências de projetos, análises de custo-benefício rigorosas são ainda de importância crítica. Entretanto, cada vez mais, o Banco reconhece que as análises tradicionais devem ser suplementadas por uma igualmente rigorosa apreciação dos efeitos físicos e distribucionais". (Ref.539)

"Existe algum modo de medir os benefícios de uma melhoria para o meio ambiente, e então compará-los com os custos de sua obtenção.

Nos últimos 20 anos, os economistas têm estado às voltas com esta questão, com mais ingenuidade que sucesso.

... Mr. Johansson, da Stockholm School of Economics, argumenta que os recursos ambientais, como ar limpo ou uma floresta tropical, têm valor por três raízes distintas e que um custo ambiental adequado precisa considerar todas as três.

Em primeiro lugar, as pessoas podem se beneficiar dos efeitos diretos dos recursos naturais. É o benefício de respirar livremente, caminhar em montanha inexplorada ou ter uma floresta tropical que barra o aparecimento de desertos.

Em segundo, e mais controvertido, a valorização das pessoas pela opção de usar um recurso ambiental sobre e acima do valor que elas esperam ganhar por usá-lo realmente.

Em terceiro, poucas pessoas desprendidas podem sentir prazer (e querer pagar por ele) na simples existência do Grand Canyon ou ar limpo em Los Angeles. Elas querem preservar sua herança ambiental para os outros - mesmo que eles próprios nunca a aproveitem." (Ref.405)

"Entre 1975 e 1987, por exemplo, a redução média nas emissões dos poluentes do ar - particulados, dióxido de enxofre, monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio e compostos orgânicos voláteis-foi de apenas 18%. E houve um aumento nas emissões de óxido de nitrogênio durante aqueles anos. Similarmente, um estudo da U.S. Geological Survey sobre os níveis dos padrões de qualidade da água - bactérias, coliformes fecais, oxigênio dissolvido, nitrato, fosfato e sedimentos em suspensão - em algumas centenas de rios, em várias localidades do país, mostrou que, entre 1975 e 1983, os níveis médios melhoraram em apenas 13,2% das localidades.

Melhoras qualitativas da ordem daquelas previstas na legislação ambiental dos anos 70 - 70 a 90% - aconteceu apenas no caso de um punhado de poluentes: emissões aéreas de chumbo, que declinaram em 94% entre 1975 e 1987; as concentrações de DDT e PCB, que decresceram na estrutura adiposa do corpo humano entre 70 a 80% na década posterior a 1970; as concentrações de mercúrio nos grandes lagos decresceram em 80% entre 1970 e 1979; as concentrações de estroncio 90 em leite reduziram 92% entre 1964 e 1984; e, numa pequena quantidade de localidades, como o Detroit River, houve uma redução de 70% nas concentrações de fosfato entre 1971 e 1981. As numerosas falhas e os raros sucessos contam a mesma estória: prevenção de poluição funciona; dispositivos de controle, não. Todos os exemplos desta sucinta lista de sucessos refletem a mesma ação curativa: a produção do poluente foi prevenida.

Em resumo, a poluição ambiental é uma doença incurável; ela somente pode ser prevenida. Os processos de produção que geram o poluente precisam ser modificados para eliminá-la." (Ref.176)

Um importante elemento a ser considerado na questão das tecnologias mais limpas é o foco no ciclo de vida total do produto e nas medidas que podem ser tomadas para aumentar a consciência quanto aos aspectos ambientais da história do produto e as conseqüências ambientais do seu uso.

Várias ferramentas já foram desenvolvidas para analisar os ciclos de vida dos produtos. Precisamos analisar se essas mesmas ferramentas permanecem apropriadas hoje: para companhias selecionarem que produtos vender, para o governo estabelecer suas políticas, e para os consumidores escolherem que produtos comprar.

"A idéia é prevenir/evitar a poluição ao invés de coletá-la, tratá-la e despachá-la de um lugar para outro." (Ref.408)

"As empresas de países industrializados não podem usar tecnologia verde seletivamente - e exportar a velha e suja tecnologia para os mercados em desenvolvimento. Ao invés de exportar erros do passado, devem procurar fornecer a melhor e mais apropriada tecnologia. A longo termo, elas não se fazem favor algum mandando tecnologias superadas, custosas ou excessivamente técnicas para países cujos problemas de poluição parecem menores que os nossos.

... E podemos nos defrontar com decisões mais complicadas; por exemplo, se um determinado produto serve como símbolo de consumo desnecessário em um mundo que já não consegue suportar o uso desenfreado de recursos. Isso mostra o papel que cada um de nós desempenha como consumidores individuais. Devemos buscar produtos que sejam amigos da Terra durante todo seu ciclo de vida, até a disposição final." (Ref.408)

A 3M comunicou no Primeiro Seminário Europeu sobre "Princípios e Criação de Tecnologia de Não-Re-síduo", realizado pela Comissão Econômica das Nações Unidas, em 1976, na cidade de Paris, um novo programa que estavam começando, chamado 3P: "Prevenção de Poluição Paga". Em 1988, o programa 3P tinha economizado para a 3M mais de US$ 800 milhões em operações ao longo do mundo e prevenido a contaminação de bilhões de galões de água por ano.

"A disputa ocorrida nos anos 70 entre ambientalistas e industriais, e que tinha como um dos principais pontos de divergência a questão das 'altas-tecnologias', hoje já cede lugar a um entendimento acerca não apenas da compatibilidade, mas até mesmo da sinergia entre altas tecnologias e as baixas tecnologias consideradas menos prejudiciais ao meio ambiente.

O uso da tecnologia fotovoltaica solar dá um exemplo dramático de como uma tecnologia avançada pode ser pequena, simples, segura e não poluente." (Ref.086) As tecnologias verdes fornecerão um amplo espectro de serviços ambientais, da transformação de resíduos tóxicos à rápida restauração de ecossistemas degradados. Elas tomarão possíveis formas muito mais intensivas de produzir alimentos de modo que mais terra possa ser deixada em seu estado natural.

"Esta transformação da tecnologia prevista para o século XXI será puxada e empurrada por enormes forças sociais. Será empurrada pela aceleração da deterioração ambiental - mudanças climáticas pelo efeito estufa, esgotamentos do ozônio, a rápida destruição das florestas, o aparecimento de desertos, a perda de milhões de espécies de plantas e animais, erosão do solo, racionamento de água, contaminação por tóxicos e poluição do ar e da água. Uma tecnologia ambientalmente avançada será também puxada à existência por imagens positivas de como o futuro poderia ser." (Ref.086)

Outra grande força social que fará surgir uma tecnologia ambientalmente avançada é a motivação do lucro. Criar uma tecnologia ambientalmente avançada dará ensejo a enormes oportunidades de negócios nos anos 90 e nos próximos 50 anos. Novas indústrias de porte relacionadas ao reprojeto de processos de manufatura, a reutilização de materiais residuais, a eficiência energética, energia renovável, agricultura sustentável, transporte eficiente, arquitetura e projetos urbanos ambientalmente sensíveis e uma realidade completamente nova de tecnologia verde está aguardando desenvolvimento.

O estabelecimento de padrões de emissão pelos órgãos controladores considera que o ambiente transforma ou dilui substâncias químicas tão completamente que elas se tornam meros traços e fazem danos insignificantes, e que esses contaminantes, uma vez diluídos ou alterados pelo ambiente, não podem reorganizar-se ou reencontrar-se. Esta pressuposição pode ser resumida no adágio: "Diluição é a solução para a poluição".

"Em contraste com tecnologias de 'limpeza' ou de 'adicionar pequenas quantidades', tecnologia limpa consiste em equipamento de produção que gere pouco ou nenhum resíduo e que conserve materiais e energia". (Ref.042)

A Comissão das Comunidades Européias, reconhecendo os múltiplos componentes do conceito, em 1985, definiu tecnologia limpa como "qualquer medida técnica tomada ... para reduzir, ou mesmo eliminar na fonte, a produção de qualquer incômodo, poluição, ou resíduo e que ajude a economizar matérias-primas, recursos naturais e energia". (Ref.042)

Os governos da França, Alemanha, Dinamarca, Noruega, Finlândia e Holanda deram passos no sentido de promover tecnologia limpa. Em alguns países estas medidas incluíram disseminação de informação e o fornecimento de incentivos econômicos, tais como subsídios para pesquisas e insenção de impostos. Outros países foram mais longe e criaram organismos oficiais para promover tecnologias limpas, investiram em pesquisa e ajustaram os regulamentos de forma que a indústria pudesse mais facilmente adotar modos de produção mais limpos.

Uma pesquisa sobre 600 projetos de tecnologia limpa na França, conduzida pela OECD-Organization for Economic Cooperation and Development -, verificou que 67% economizou em matérias-primas; 65%, em conservação de água e 8% reduziu o uso de energia. Na Holanda, o Departamento de Tecnologias Limpas do Ministério de Habitação, Planejamento Físico e Meio Ambiente promove a idéia nas indústrias já existentes e encoraja o desenvolvimento de produtos e processos de tecnologia limpa para exportar. Como parte de sua política ambiental nacional, os holandeses estabeleceram um programa que requer da empresa o levantamento do impacto ambiental de seus produtos através de sua vida útil e durante sua disposição final. O governo holandês tem também financiado pesquisas para substitutos de CFCs, pesticidas clorados, fertilizantes com cádmio e asbestos.

Digno de nota é um programa regional de tecnologia limpa, implantado entre Amsterdam e Roterdam pelo TNO. O programa focalizou dez firmas e 35 áreas prioritárias para opções de tecnologias limpas. Desde então, 45 projetos foram implementados, incluindo a eliminação de várias operações de limpeza e a transição para galvanoplastia sem cianetos, comprando novos equipamentos de embalagem e substituindo sistemas de amostragem com resinas. Vinte desses projetos economizaram dinheiro, os outros não afetaram os custos.

"Indústria sustentável inclui todo o sistema social, econômico e tecnológico através do qual nós produzimos bens. Este conceito expansivo também chamado 'produção limpa', um termo cunhado na reunião de 1989 do Programa das Nações Unidas para Meio Ambiente e Indústrias, sobre tecnologias de pouco ou nenhum resíduo. Ao invés de enfocar simplesmente os resíduos, os materiais ou as tecnologias, ela une esses elementos em uma visão integrada que considera os resultados ambientais e econômicos como iguais determinantes de uma sociedade saudável". (Ref.042)

Assim, o projeto de um novo processo de produção deve levar em conta tanto a saúde ocupacional quanto a saúde da comunidade. O consumo de materiais, água e energia seria avaliado na determinação da eficiência de produção.

As políticas para promover a indústria sustentável deverão considerar os riscos dos materiais através de todo seu ciclo de vida,da síntese ou extração, passando pelo processamento, distribuição e aplicação até a disposição final. O uso de materiais já existentes deverá ser cuidadosamente moldado para ajustar-se aos sistemas ecológicos naturais. O projeto e seleção de novos materiais seriam dirigidos conscientemente para melhorar a qualidade do meio ambiente e a saúde pública.

"A transição para produção limpa oferece uma oportunidade para unificar a produtividade industrial e a saúde humana. O desafio apresentado pela idéia de indústria sustentável é o desenvolvimento do conhecimento, técnicas e materiais que garantam que os empreendimentos de amanhã serão tão limpos e seguros quanto produtivos". (Ref.042)

"A disposição de resíduos perigosos é cara e arriscada. É melhor ter como primeira opção parar de produzir resíduo. Redução de resíduos - também conhecida por outros nomes, incluindo: redução na fonte, prevenção de poluição e tecnologias limpas - é uma forma melhor de proteger o ambiente. Ao invés de apenas tentar administrar os poluentes ambientais e os resíduos tóxicos, os fabricantes fazem, em primeiro lugar, esforços sistemáticos para produzir menos deles. Se menos resíduo égerado, é mais barato administrar, e haverá menos falhas em seu manuseio. Uma preocupação para reduzir resíduo é também uma contribuição para melhorar e tornar mais seguras as operações reduzindo a chance de acidentes como Bhopal." (Ref.557)

Uma pesquisa da OECD - Organization for Economic Cooperations and Development -, em vinte companhias francesas que praticam redução de resíduos, revelou que 51% dessas empresas economizou energia, 47% economizou matérias-primas e 40% melhorou as condições de trabalho.

Em estudo da OTA - Congressional Office of Technology Assessment-, foram analisados 300 casos publicados de redução de resíduos e notou-se que apenas cinco diferentes métodos foram utilizados: melhoria na rotina de operação das fábricas, alteração da tecnologia de produção, reciclagem de resíduos dentro da produção, mudança de matérias-primas e reformulação ou reprojeto do próprio produto.

A Exxon Chemical Americas melhorou uma de suas operações, instalando tetos flutuantes sobre tanques de solventes voláteis. Os tetos, que reduzem consideravelmente as emissões para a atmosfera, economizaram solvente o suficiente para se pagar em um ano.

A 3M adotou uma técnica de limpeza sônica para vibrar (desgrudar) o resíduo de vasos reatores ao invés de lavá-los com grandes quantidades de água. Um investimento de U$ 36.000 que economizou U$ 155.000 no primeiro ano.

Um exemplo de reciclagem no processo (in line ou close loop) é o que usa resíduos para fins de produção, como no caso da indústria gráfica. A maioria das tintas é dissolvida em solventes orgânicos tóxicos, e quando a solução de tinta derrama, espirra ou se toma suja ou contaminada, ela precisa ser manuseada como resíduo perigoso. "A Diversified Printing e a Donnelley Printing reutilizam mais de 85% dos solventes orgânicos que de outra forma seriam jogados como resíduo perigoso." (Ref.557)

 

POR QUE A MUDANÇA VEM TÃO DEVAGAR?

"Por mais de uma década, poucos professores e pessoas na indústria têm falado sobre prevenção de poluição. Gerentes corporativos e reguladores governamentais têm feito listas dos caminhos para administrar resíduos perigosos, e a redução dos resíduos está sempre no topo. Mas isso exige muito esforço para reprogramar o pensamento de céticos administradores e engenheiros de fábricas.

Os proponentes da redução de resíduos têm de competir com experientes membros da corporação que advogam outras propostas para os requisitos ambientais, bem como a maioria que quer ficar no 'status quo'. Os lobistas procuram mudar as leis. Os advogados procuram oportunidades para evitar ou ganhar tempo para se enquadrar. Os engenheiros preferem adicionar mais um componente para controlar a poluição ou tratar o resíduo - uma visão apoiada pelos fornecedores de tais equipamentos. A própria estrutura corporativa coloca obstáculos à redução da poluição. O pessoal da fábrica precisa implementar a redução de poluição, mas eles naturalmente tendem a enfocar a manufatura do produto ao invés de reduzir resíduo.

Esta tendência se agrava pelo fato de eles não serem responsáveis pelas conseqüências econômicas dos resíduos." (Ref.557)

"Como um meio de garantir a sobrevivência da Terra, eu sempre enfatizei a importância de se dividir em duas as tecnologias de conservação do meio ambiente: uma, a tecnologia de defesa projetada para proteger o meio ambiente da destruição e outra, uma tecnologia ofensiva visando a criar um meio ambiente melhor... No Japão há uma organização voltada para a 'tecnologia ofensiva'. É o Global Industrial and Social Progress Research Institute vinculado ao Ministry of International Trade and Industry, responsável pelo relatório chamado 'Creation of a New Environment' que trata de tecnologias ambientais do tipo ofensivas". (Ref.078)

"Os executivos da Dow descobriram que a companhia estava jogando dez milhões de libras de substâncias químicas perigosas no ambiente. Eles se lembram dessa descoberta com vivacidade, pois ela forçou-os a olhar criticamente para todo o exército de operações da companhia: após investir maciçamente em lavadores, filtros e incineradores, eles ainda jogavam milhões de libras de resíduos químicos.

Logo a Dow iniciou um esforço destinado a reduzir suas emissões mais efetivamente e até agora já reduziu mais da meta de de sua poluição e economizou centenas de milhares de dólares nos processos. Acima de tudo, a Dow determinou a seus gerentes de fábrica a tarefa de harmonizar-se com os líderes das comunidades locais. A Dow aprendeu, conforme testemunho de Jerry Martin da sua área de meio ambiente, que o público aceitará o progresso desde que razoável ... Assim como a Dow, a 3M utiliza competição e premios em dinheiro para recompensar os empregados por suas idéias sobre prevenção de poluição". (Ref.062)

O agravamento da poluição e as recentes mudanças trazidas pelo Clean Air Act nos U.S.A. estão forçando os fabricantes de automóveis, governos estaduais e proprietários de frotas a limpar suas ações. Hoje, a corrida é para encontrar combustíveis alternativos para o século XXI. "Na Califórnia, metade da poluição do ar é gerada pelos veículos a motor. Na área de Sacramento, a região de crescimento mais rápido do estado, David Freeman, o gerente de utilidades do distrito, vê os veículos elétricos não somente como uma forma de reduzir a poluição do ar, mas também como uma oportunidade para um now mercado. Em recente entrevista, Freeman disse: 'Nós não estamos falando sobre Buck Rogers e uma nave espacial. Carros elétricos estão projetados, e eles estão em todo o mundo. A questão é quem irá se decidir por produzi-los em massa?'

Está chegando a hora do infante veículo a gás natural de décadas passadas, disse em 1990 Jeffrey Seisler, o diretor executivo da Natural Gas Vehicle Coalition." (Ref.063) Outros combustíveis considerados menos poluentes, e portanto vistos como combustíveis do futuro,são etanol, células de combustível, hidrogênio e metanol.

"A poluição dos oceanos, o buraco na camada de ozônio, o aumento da concentração dos gases geradores do efeito estufa e o desaparecimento de espécies são fatos que nos lembram de uma lição fundamental: a capacidade da biosfera e dos sistemas geoquímicos básicos em suportar intrusões humanas é limitada. A escala da população e da atividade econômica já é tão grande que os impactos ambientais que já foram locais e negligenciáveis agora são globais e inevitáveis ... Estes fatos inescapáveis dirigem nossa atenção a uma dimensão de produtividade usualmente negligenciada: a produtividade no uso do ambiente. Engenheiros e cientistas têm discutido os impactos ambientais em termos de 'through-put' - o fluxo total de materiais e energia passando através de um sistema econômico e resultando em produtos e serviços úteis.

O conceito recíproco é a produtividade ambiental - recursos naturais utilizados e resíduos gerados por unidade de produtos (output) úteis ... Os economistas medem produtividade com referência a uma 'função de produção' subjacente, que relaciona produtos finais (outputs) a produtos adquiridos (inputs). No entanto, quase nenhum esforço tem sido feito para medir 'outputs' não vendáveis (tais como emissões) ou 'inputs' (tais como serviços relativos aos recursos naturais), ou ainda para avaliar seu significado para a produtividade econômica. Embora os custos econômicos da poluição sejam sabidamente significativos, e embora os sistemas naturais que fornecem energia e materiais ou servem como receptáculo para resíduos sejam crescentemente sobrecarregados, as dimensões ambientais da produtividade permanecem completamente inexploradas." (Ref.346)

"A economia ambiental, como é ensinada nas universidades e praticada pelas agências governamentais e bancos de desenvolvimento, é preponderantemente microeconômica. O foco teórico está nos preços e a grande questão é como internalizar os custos ambientais externos deforma a se chegar a preços que reflitam completamente os custos de oportunidade marginais. Uma vez que os preços estejam corretos, o problema ambiental está resolvido - não há dimensão macroeconômica. Há, evidentemente, razões muito boas para que a economia ambiental seja vinculada à microeconomia, e não é minha intenção argumentar contra essa conexão. Ao invés disso, eu quero perguntar se não há uma conexão negligenciada entre o meio ambiente e a macroeconomia ... Uma vez que a macroeconomia seja vista como um subsistema aberto, ao invés de um sistema isolado, então a questão de sua relação para com seu sistema fonte (o meio ambiente) não pode ser evitada. E a questão mais óbvia que se coloca é quão grande deve ser o subsistema em relação ao sistema global? ...A microeconomia não descobriu no sistema de preços nenhuma tendência interna para crescer somente até a escala de utilização de recursos agregados que seja ótima (ou mesmo meramente sustentável) em suas exigências relativas à biosfera. A escala ótima, assim como a justiça distributiva, o pleno emprego, a estabilidade do nível de preço, é um resultado macroeconômico ... Escala ótima de uma atividade isolada é um conceito conhecido dos economistas.

Existem dois conceitos distintos de escala ótima:

1. O ótimo antropocêntrico. A regra é expandir a escala, isto é, crescer, até o ponto no qual o benefício marginal aos seres humanos de qualquer adicional de capital físico produzido pelo homem seja exatamente igual ao custo marginal para os seres humanos do capital natural sacrificado. Todas as espécies não-humanas e seus habitats são valorizados apenas instrumentalmente, de acordo com sua capacidade de satisfazer os desejos humanos. O seu valor intrínseco (a capacidade para gozar suas próprias vidas) é assumido como zero.

2. O ótimo biocêntrico. Outras espécies e seus habitats são preservados além do ponto de máxima conveniência instrumental, a partir do reconhecimento de que essas outras espécies têm valor intrínseco independente de seu valor instrumental para os seres humanos.

A escala biocêntrica ótima para o nicho humano pode, entretanto, ser menor que o ótimo antropocêntrico.

A noção de desenvolvimento sustentável não especifica qual o conceito de escala ótima a ser usado. Sustentabilidade é necessária, mas não é condição suficiente para a escala ótima e para as elaborações mais profundas de uma macroeconomia ambiental." (Ref.025)

"Será que a estrutura conceitual da economia institucional resolverá melhor os problemas ambientais do que o faria a teoria neoclássica? ... De acordo com o filósofo Georg Henrik von Wright, existe uma tensão no interior da ciência geralmente entre os modos de pensar mecanicista-reducionista de um lado, e as tendências holístico-evolucionistas de outro. A visão mecanicista-reducionista tem dominado a Física, a Química e a Biologia desde Isaac Newton e teve sucesso em vários aspectos. Considerando especialmente os problemas ambientais que agora a humanidade precisa enfrentar, von Wright preconiza uma ampliação da ênfase nos métodos holístico-evolucionistas.

A economia neoclássica está amplamente voltada para o lado mecanicista-reducionista ... A economia institucional, por outro lado, é mais holística e evolucionista ... Eu creio que os economistas ambientalistas neoclássicos estão perdendo recursos financeiros e intelectuais raros ao tentarem realizar o que é impossível ou sem significado. No contexto americano, pode-se ver muitos projetos e programas de pesquisa voltados para a tentativa de estimar os benefícios relativos à saúde e ao meio ambiente em termos monetários. Das muitas falhas na estimação de tais benefícios, conclui-se que mais pesquisa é necessária.

Outra conclusão possível é que tentativas nessa direção são sem significado e que as análises de custo-benefício reducionistas são duvidosas em todos os setores da economia e muito mais onde estão envolvidos impactos ambientais irreversíveis. Em minha experiência, o problema aqui é que muitos economistas ambientalistas neoclássicos estão mais interessados em salvar suas teorias e métodos do que em aumentar as chances de sobrevivência humana neste planeta. Voltamos então à referência feita no início a Thorstein Veblen, acerca dos interesses ocultos, e também ao argumento inicial de que a ética é importante em qualquer área do comportamento humano." (Ref.384)

"Há amplo consenso em que a restauração da qualidade ambiental é de interesse nacional e global, e que a legislação resultante confirma que a consecução desses propósitos é uma responsabilidade social, portanto de âmbito governamental. Uma melhoria ambiental significativa requer uma escolha apropriada dos sistemas de produção e tecnologias, de tal sorte que esta escolha torna-se uma responsabilidade social. Mas na nossa economia de livre iniciativa, o direito de fazer uso da escolha está nas mãos do setor privado e não do setor público. Até que ponto isso deve ser permitido é a questão básica que se coloca." (Ref.176)

 

GLOSSÁRIO DE ALGUNS TERMOS UTILIZADOS AO LONGO DESTE TEXTO:

Green businesses: negócios que têm processos de produção ambientalmente mais compatíveis. (Ref.409]

Desenvolvimento sustentável: o desenvolvimento que permite à presente geração atender às suas necessidades sem prejudicar a viabilidade das futuras gerações em atender às suas. Deve ser um acordo estruturado pela atividade humana e pelo planeta que a sustem. (Ref.409)

Efeito estufa: é o aquecimento planetário generalizado causado pela emissão de certos gases na atmosfera, os quais refletem a radiação do sol. Os principais gases envolvidos nesse processo são: dióxido de carbono (C02), clorofluorcarbonos (CFCs), metano e gases nitrosos. (Ref. 409)

Esgotamento do ozônio: causado por certos gases que ao atingirem a camada de ozônio reagem quebrando suas moléculas, abrindo um buraco na camada de ozônio protetora da Terra. Esses gases utilizados primariamente em aerossóis, espumas isolantes rígidas, solventes e agentes refrigeradores são clorofluor-cabonos (CFCs), HCFCs e Halon. Através desse buraco, os raios ultravioleta solares alcançam a superfície da Terra causando dano à saúde humana, ecossistemas aquáticos, agricultura e a certos materiais. (Ref.409)

Chuva ácida: consiste em ácido nítrico e/ou sulfúrico. Pela queima de combustíveis fósseis, é produzido dióxido de enxofre que sobe para a atmosfera reagindo com água para produzir ácido sulfúrico. Da mesma forma, os óxidos nitrosos são convertidos em ácido nítrico. Essas substâncias são então trazidas à Terra pela chuva e pela neve. (Ref.409)

Redução de resíduos: é qualquer atividade interna à fábrica que diminui o volume ou toxicidade no ponto de geração. Redução na fonte é a metodologia preferida para redução de resíduos do ponto de vista ambiental e fornece usualmente os maiores benefícios econômicos. (Ref.409)

Reciclagem de resíduos: é o uso ou reutilização de um material residual em um processo sem mudar sua forma original, ou recuperação de materiais secundários para um uso final separado ou pela remoção de impurezas de forma que ele possa ser usado novamente. (Ref .409)

Mudanças no produto: a redução na descarga de água residual na fonte de geração pode envolver a substituição de um produto, a conservação de um material crítico utilizado ou uma mudança na composição do produto. (Ref.409)

Controle da fonte: mudanças na entrada de material que resulta na descarga de água residual é o primeiro ponto da avaliação, e objetiva reduzir, por meio de mudanças tecnológicas, os fluxos de resíduos. O método mais procurado para redução na fonte é o uso de boas práticas operacionais que reduzem a geração de resíduos. (Ref.409)

Tecnologias limpas: reduzem os custos de produção através de economias em matérias-primas e energia e pelo aumento em produtividade, o que, por sua vez, leva a um incremento em competitividade e rentabilidade. Por outro lado, tecnologias limpas limitam as descargas, evitam a produção de produtos secundários e reduzem os riscos de poluição acidental e da transferência de poluição entre ambientes físicos. (Ref.409)

Prevenção da poluição: é qualquer mudança na atividade econômica - quer de ordem administrativa ou tecnológica - que leva à geração de menos poluentes por unidade de produção do que aqueles gerados antes que a mudança fosse feita. (Ref.409)

 

Referencias Bibliograficas

Heraldo Vasconcellos - Bibliotecário, chafe do Serviço de Documentação da Biblioteca Karl A. Boedecker da EAESP/FGV.

 

OBSERVACÕES

A pesquisa foi realizada no acervo da Biblioteca da EAESP/FGV; as referencias bibliograficas foram organizadas em ordem alfabetica, dentro de cada ano de publica9ao (os anos aparecem em ordem cronol6gica decrescente). As referencias precedidas de asterisco estao disponfveis no acervo da Biblioteca.

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