Josilene Brandão

Entrevista

Josilene Brandão

Entrevista realizada no contexto do projeto "História do Movimento Negro no Brasil", desenvolvido pelo CPDOC em convênio com o South-South Exchange Programme for Research on the History of Development (Sephis), sediado na Holanda, a partir de setembro de 2003. A pesquisa tem como objetivo a constituição de um acervo de entrevistas com os principais líderes do movimento negro brasileiro. Em 2004 passou a integrar o projeto "Direitos e cidadania", apoiado pelo Programa de Apoio a Núcleos de Excelência (Pronex) do Ministério da Ciência e Tecnologia. As entrevistas subsidiaram a elaboração do livro "Histórias do movimento negro no Brasil - depoimentos ao CPDOC." Verena Alberti e Amilcar Araujo Pereira (orgs.). Rio de Janeiro: Pallas; CPDOC-FGV, 2007. A escolha da entrevistada se justificou por ser uma importante referência do movimento quilombola no Brasil.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Entrevista em áudio disponível na Sala de Consulta do CPDOC.
Entrevista em vídeo disponível na Sala de Consulta do CPDOC.
Entrevista publicada em livro.
Referência completa: Histórias do movimento negro no Brasil - depoimentos ao CPDOC. Verena Alberti e Amilcar Araujo Pereira (orgs.). Rio de Janeiro: Pallas; CPDOC-FGV, 2007.

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Verena Alberti
Amilcar Araujo Pereira
Data: 6/10/2005
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 1h55min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Josilene Brandão da Costa
Nascimento: 14/9/1968; Bacabal; MA; Brasil;

Formação: Graduanda Em Jornalismo.
Atividade: Militante do Movimento Quilombola desde o início da década de 1990; tem destacado papel na construção do Movimento Quilombola em âmbito nacional; participou da institucionalização da Aconeruq, Associação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas do Estado do Maranhão em 1997; desde 2000 é assessora da Aconeruq e da Conaq, Coordenação Nacional de Quilombos; é empreendedora social da Ashoka (rede internacional de empreendedores sociais), desde 2004.

Equipe

Levantamento de dados: Amilcar Araujo Pereira;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Verena Alberti;Amilcar Araujo Pereira;

Transcrição: Amilcar Araujo Pereira;

Técnico Gravação: Clodomir Oliveira Gomes; Marco Dreer Buarque;

Sumário: Luanna Gentil ;

Temas

África;
Cultura;
Ensino;
Ensino primário;
Família;
Geografia;
Magistério;
Maranhão;
Movimento dos Sem Terra (MST);
Movimento negro;
Movimentos sociais;
Questão agrária;
Território;

Sumário

Entrevista: 06/10/05

Origens quilombolas; a infância no Maranhão; a atuação no movimento social e no movimento quilombola; o II Encontro de Comunidades Negras do Maranhão em 1987; encontro que constituiu a Associação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas do Maranhão (Aconeruq) em 1997; a atuação na assessoria da Aconeruq; a atuação na Coordenação Nacional de Quilombos; a destruição de terras; a ida p ara o meio urbano; memórias familiares; o período de alfabetização; a ida à escola formal; o retorno à comunidade; a atuação como professora na comunidade; o retorno à cidade; a conclusão do segundo grau e magistério; o curso de auxiliar de enfermagem; o trabalho em hospitais; a ida ao convento; a coordenação de movimentos sociais dentro a igreja; a construção de um Centro de Saúde Popular do bairro; a ida para São Luis; o segundo Encontro de Comunidades; a criação da Aconeruq; os encontros realizados pelo Centro de Cultura Negra; o diferenças do movimento negro urbano e rural; as discussões acerca da territorialidade; os processos de terras no Brasil; o construção da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir); o decreto de setembro de 2003; as pendências nas regulamentações das terras quilombolas; as disputas pelo Decreto 4887; o que é ser quilombo; a histórica marginalização da liderança do movimento quilombola; a formação dos territórios quilombolas; a herança africana; a defesa do território; a relação do espaço geográfico com o social; os problemas com a Justiça de países capitalistas, diante da territorialidade; a importância do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST); a formação da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq); a atuação na coordenação da Conaq; a coordenação do Zanauandê; o incentivo a “pedagogia quilombola”; conclusões e agradecimentos.
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