Carlos Rodrigues Zahloulh

Entrevista

Carlos Rodrigues Zahloulh

Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Angela Maria de Castro Gomes
Regina de Moraes Morel
Elina da Fonte Pessanha
Data: 9/11/2005
Local(ais):
Belém ; PA ; Brasil

Duração: 2h5min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Carlos Rodrigues Zahloulh Júnior
Nascimento: 12/10/1966; Belém; PA; Brasil;

Formação: Graduação em Direito pela Universidade Federal do Pará (UFPA) em 1989.
Atividade: Juiz do Trabalho e Presidente da Amatra da VIII Região - Pará. Professor Titular da Universidade Federal do Pará.

Equipe

Levantamento de dados: Angela Maria de Castro Gomes;Elina da Fonte Pessanha;Regina de Moraes Morel;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Angela Maria de Castro Gomes;Elina da Fonte Pessanha;Regina de Moraes Morel;

Transcrição: Flavia Burlamaqui Machado;

Conferência da transcrição: Vanessa Matheus Cavalcante;

Copidesque: Angela Maria de Castro Gomes;

Técnico Gravação: Marco Dreer Buarque;

Sumário: Vanessa Matheus Cavalcante;

Temas

Associações profissionais;
Atividade profissional;
Carreira jurídica;
Conselho Nacional de Justiça (CNJ);
Delegacia Regional do Trabalho;
Direito;
Direito trabalhista;
Direitos trabalhistas;
Família;
Formação profissional;
Justiça do trabalho;
Legislação trabalhista;
Magistratura;
Ministério do Trabalho e Emprego;
Pará;
Política;
Reforma judiciária;
Sindicatos de trabalhadores;
Tribunal Regional do Trabalho;

Sumário

Entrevista: 09.11.2005

FITA 1 - LADO A

Data e local de nascimento; origem e profissão dos pais; ocupação profissional de seus três irmãos; menção acerca de sua trajetória acadêmica e os motivos da escolha pelo curso de Direito; breve avaliação da faculdade de Direito da Universidade Federal do Pará (cursado entre 1985 e 1989); o interesse pelo Direito do Trabalho e a atuação na área como advogado trabalhista (1986-1993); o abandono da advocacia e a aprovação no concurso para magistratura do trabalho (1993); aspectos negativos da Justiça do Trabalho à época de sua entrada (início da década de 1990); a trajetória inicial de sua carreira e a promoção a juiz titular; esclarecimentos acerca dos critérios de designação dos juizes para as varas; a experiência da inauguração da 12ª vara quando ainda era juiz substituto; a importância dos servidores de varas para a agilização do trabalho nas mesmas; opinião acerca da implementação de concurso para o cargo de servidor na Justiça do Trabalho..............p.1-22.

FITA 1 – LADO B


O aumento da demanda para o concurso para a magistratura do trabalho; as questões enfrentadas pelos juizes do trabalho no interior e em Belém; a recepção da Justiça do Trabalho por empresários e trabalhadores em Redenção; o grande avanço tecnológico vivido pela Justiça do Trabalho em meados da década de 1990; esclarecimentos acerca dos processos de danos morais e da apreciação destes pela Justiça do Trabalho; a importância da coletivização dos processos e a resistência do Judiciário e dos advogados; a relação da Amatra com o Ministério Público do Trabalho (MPT) e com a Delegacia Regional do Trabalho (DRT); a diferença de atuação do MPT e da DRT; o exercício do magistério como válvula de escape para os magistrados.....................................................................p.22-41.

FITA 2 – LADO A

A atuação das entidades sindicais no interior e sua relação com a Justiça do Trabalho; a importância dos advogados nos processos trabalhistas; a inexistência da defensoria pública na Justiça do Trabalho; a Reforma de 1994 e a expansão da Justiça do Trabalho no Pará (aumento do número de varas); a caracterização do estado do Pará como superavitária, devido à sua vultosa arrecadação fiscal; a questão do trabalho escravo e suas implicações políticas; menção acerca de sua atuação política antes de se tornar juiz do trabalho; a relação da Amatra com o TRT no Pará; a mudança de perfil das Amatras (papel mais político) a partir de 2000; as diferentes composições do TRT devido ao aumento do rodízio de juizes; a tentativa do TRT de controlar a Amatra; as disputas ideológicas nas eleições da Amatra; as ações da Amatra contra as práticas de trabalho escravo; comentários acerca dos critérios de promoção na Justiça do Trabalho; opinião sobre a atuação e o funcionamento do Conselho Nacional de Justiça...............................................................................p.1-21.

FITA 2 – LADO B

A trajetória profissional até chegar à diretoria da Amatra; a atuação na Amatra e na Anamatra e suas motivações; a disputa da Amatra e do TRT pela administração da Escola de Magistratura; a relação da Amatra com a Escola de magistratura; opinião acerca do aumento da competência da Justiça do Trabalho; os novos setores do mundo do trabalho que a Justiça do Trabalho passou a abarcar; a importância da manutenção do poder normativo; a oposição à unicidade e ao imposto sindical; as implicações da Reforma do Judiciário no julgamento de dissídios coletivos; caracterização da Justiça do Trabalho da 8ª Região; as disciplinas que leciona na UFPA..............................................................p.21-42.



FITA 3 – LADO A

O aumento da competência da Justiça do Trabalho vista a partir de focos regionais; os assuntos que serão discutidos no CONAMAT (Conselho Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho) de 2006; agradecimentos e considerações finais............................p.1-5.
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