Maria de Fátima Coelho Borges Stern

Entrevista

Maria de Fátima Coelho Borges Stern

Entrevista realizada no contexto da pesquisa "História do direito e da justiça do trabalho", parte integrante do projeto Pronex "Direitos e cidadania", desenvolvido pelo CPDOC com o apoio da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), no período de 2004 a 2006. A escolha da entrevistada se justificou por ser, à época da entrevista, Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 5ª Região (Amatra 5) e Diretora da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra).
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Angela Maria de Castro Gomes
Data: 24/11/2005
Local(ais):
Salvador ; BA ; Brasil

Duração: 1h50min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Maria de Fátima Coelho Borges Stern
Nascimento: 27/5/1959; Salvador; BA; Brasil;

Formação: Graduação em Direito.
Atividade: Juíza do Trabalho da V Região. Presidente da Amatra V. Diretora de Comunicação Social da Anamatra

Equipe

Levantamento de dados: Angela Maria de Castro Gomes;Elina da Fonte Pessanha;Regina de Moraes Morel;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Angela Maria de Castro Gomes;Elina da Fonte Pessanha;Regina de Moraes Morel;

Transcrição: Flavia Burlamaqui Machado;

Conferência da transcrição: Vanessa Matheus Cavalcante;

Técnico Gravação: Marco Dreer Buarque;

Sumário: Vanessa Matheus Cavalcante;

Temas

Advocacia;
Associações profissionais;
Atividade profissional;
Banco do Brasil;
Conselho Nacional de Justiça (CNJ);
Direito;
Direito público;
Direito trabalhista;
Família;
Formação profissional;
Justiça;
Justiça do trabalho;
Magistratura;
Mão de obra;
Ministério do Trabalho;
Poder judiciário;
Tribunal Regional do Trabalho;

Sumário

Entrevista: 24/11/2005

Fita 1-A: Local e data de nascimento; comentários sobre a relevância da pesquisa acerca da Justiça do Trabalho; nome e profissão dos pais; as motivações que a levaram a cursar Direito; avaliação do curso de Direito da Universidade Católica de Salvador (1977-1980); o surgimento do interesse pelo Direito do Trabalho; o trabalho na empresa de seu pai; o emprego na área administrativa e jurídica do Banco do Brasil; o concurso para a magistratura do trabalho (1992); a experiência de morar no convento Retiro de São Francisco; o início da carreira como juíza do trabalho; as varas do trabalho pelas quais passou no interior da Bahia........................................................................................p.1-15.

Fita 1-B: O retorno para Salvador (2000) e a dificuldade em se readaptar; as questões jurídicas enfrentadas no interior; as peculiaridades lingüísticas regionais e suas implicações para a atuação da Justiça do Trabalho no interior; a dificuldade de conscientização , no NE, da existência de trabalho escravo nos dias de hoje; o crescimento progressivo da Amatra V; os cargos de vice-presidente e presidente da Amatra.....................................................p.15-30.


Fita 2-A: A disputa pela presidência da Amatra V; a dificuldade de engajamento político dos magistrados da Amatra V; o cargo de diretora de comunicação social na Anamatra (gestão de José Nilton Ferreira Pandelot); o relançamento da ouvidoria da Anamatra e as campanhas desenvolvidas; o interesse em participar de ações dos grupos móveis (combate ao trabalho escravo); o funcionamento das ouvidorias dos TRTs; a relação da ouvidoria da Anamatra com o Ministério Público do Trabalho; opinião acerca da ampliação de competência da Justiça do Trabalho; a promulgação da emenda 45 e suas conseqüências; o desempenho do Conselho Nacional de Justiça; opinião acerca dos critérios de promoção dentro da Justiça do Trabalho............................p.1-16.

Fita 2-B: Posicionamento acerca da Reforma Sindical e destaque de seus principais pontos; a mudança de caráter do poder normativo; as dificuldades enfrentadas pela Justiça do Trabalho no momento; a importância das assembléias na sua gestão como presidente da Amatra V; agradecimentos finais.....................p.16-26.
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