Newton Reis Monteiro

Entrevista

Newton Reis Monteiro

Entrevista realizada no contexto do projeto "O petróleo na sociedade brasileira", na vigência do convênio entre o CPDOC/FGV e a Agência Nacional do Petróleo (ANP), entre setembro de 2004 e dezembro de 2006. O projeto visa à elaboração de um livro sobre a história do petróleo na sociedade brasileira, desde seus primórdios até a criação da ANP, no final da década de 1990, com ênfase na legislação elaborada ao longo do período. Esta entrevista subsidiou a elaboração do livro: "História social do petróleo no Brasil". / Regina da Luz Moreira e Sergio Tadeu Niemeyer Lamarão. Rio de Janeiro: s. e., 2005. Inédito. A escolha do entrevistado se justificou por sua atuação como Diretor técnico da ANP.
Forma de Consulta:

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Regina da Luz Moreira
Sérgio Tadeu de Niemeyer Lamarão
Data: 2/12/2005
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 1h30min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Newton Reis Monteiro
Formação:
Atividade: Exerceu o cargo de gerente geral da Petrobrás Internacional (Braspetro), em Angola (1990). Em 2001, tornou-se analista técnico da ANP, antes de assumir o cargo de diretor, em meados de 2002. Reconduzido ao cargo de diretor em maio de 2004.

Equipe

Levantamento de dados: Regina da Luz Moreira;Sérgio Lamarão;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Regina da Luz Moreira;Sérgio Lamarão;

Transcrição: Maria Izabel Cruz Bitar;

Técnico Gravação: Clodomir Oliveira Gomes;

Sumário: Gabriel Cardoso;

Temas

Angola;
Atividade profissional;
Bahia;
Ciência e tecnologia;
Cooperação internacional;
Ensino superior;
Monopólio;
Noruega;
Petrobras;
Petróleo;
Pós - graduação;
Rio de Janeiro (cidade);
Sergipe;
Universidade do Brasil;
Universidade Federal da Bahia;

Sumário

Entrevista: 02.12.2005

Fita 1-A: A formação em engenharia na então Universidade do Brasil e a conciliação com o trabalho na companhia aérea Cruzeiro do Sul; a mudança de trabalho e o concurso para a Petrobras; a mudança do Rio de Janeiro para Salvador e o curso de Engenharia de Petróleo; o trabalho de gerência no campo de Taquipe, no Recôncavo Baiano, em 1965; o trabalho no início da Petrobras e a importância da participação do entrevistado em todo o processo de produção; a volta ao Rio de Janeiro em 1968 e as constantes viagens para Carmópolis, no Sergipe; o mestrado na Universidade de Stanford; o trabalho do entrevistado em levar a computação científica para dentro da área de reservatórios da Petrobras; a integração entre a engenharia de produção e a geologia e a compra de um simulador; o mestrado em matemática na PUC-Rio quando da volta de Salvador; a ida para Stanford; comentários sobre o funcionamento do setor de simulação de reservatórios; comentário sobre o trabalho para a Braspetro; a volta para Stanford, entre 1979 e 1980, para estudar, sobretudo a matéria Métodos Especiais de Recuperação; o convite para a Braspetro e o trabalho realizado pelo entrevistado; comentários sobre a relação entre a Petrobras e a Braspetro.
Fita 1-B: Comentários sobre o monopólio da Petrobras; a atuação do entrevistado na Braspetro como chefe da área de Produção e Reservatórios; comentário sobre os países em que a empresa atuou; a volta do entrevistado à Petrobras na área de parcerias; comentário sobre o período do entrevistado em Angola, sobretudo os conflitos que presenciou; comentários sobre a volta ao Brasil, em 1994, e a atuação na área de Novos Negócios da Petrobras; o trabalho de análise de desempenho de campos em operação da Perrobras e processo de parcerias que se seguiu.
Fita 2-A: O projeto de parceria na Bahia e a criação da Petrorecôncavo; o processo de venda de campos de petróleo; a aposentadoria da Petrobras, em 2001, e o novo trabalho como consultor; a entrada na Agência Nacional do Petróleo (ANP); breve comentário sobre a produção de petróleo na Noruega; o trabalho do entrevistado na ANP; comentários sobre os leilões de áreas exploratórias de petróleo; o convênio da ANP com a Universidade Federal da Bahia (UFBA) e a viabilização de campos para pequenos produtores; a importância de demostrar a viabilidade dos pequenos campos de petróleo para o(a) empreendedor(a) brasileiro(a).

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