AVENIR ANGELO ROSA FILHO

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Nome: ROSA, Avenir
Nome Completo: AVENIR ANGELO ROSA FILHO

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
ROSA, AVENIR

ROSA, Avenir

*dep. fed. RR 1991-1995.

Avenir Ângelo Rosa Filho nasceu em Pompéia (SP) em 20 de abril de 1952, filho de Avenir Ângelo Rosa e Alzira Garcia Prado Rosa.

Bacharelou-se em direito, tendo estudado na Associação de Ensino Unificado do Distrito Federal (AEUDF), em Brasília, entre 1975 e 1979. Exerceu várias profissões como escritor, advogado, teatrólogo, professor e empresário. Transferindo-se para Roraima, foi líder comunitário em Boa Vista em 1988, tendo fundado, no ano seguinte, o Sindicato dos Comerciários e o Sindicato de Hotéis, Bares e Similares.

No pleito de outubro de 1990, elegeu-se deputado federal na legenda do Partido Democrata Cristão (PDC), por Roraima, que se tornaria estado a partir da posse do primeiro governador eleito diretamente neste pleito. Cognominado de “pára-quedista”, assim como todos os políticos vindos de outros estados pouco antes das eleições, apenas para se candidatar, foi empossado em fevereiro de 1991. Neste mesmo ano, foi processado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Roraima, sob a acusação de não ter domicílio eleitoral no estado, mas não perdeu o mandato. Ainda em 1991, foi primeiro vice-presidente da Comissão de Minas e Energia. Em 29 de setembro do ano seguinte, votou a favor da abertura de processo de impeachment do presidente Fernando Collor de Melo, que foi acusado de crime de responsabilidade por ligações com um esquema de corrupção liderado pelo ex-tesoureiro de sua campanha presidencial, Paulo César Farias. Collor foi afastado da presidência após a votação na Câmara (29/9/1992) e renunciou ao mandato em 29/12/1992, pouco antes da conclusão do processo pelo Senado Federal, sendo efetivado na presidência da República o vice Itamar Franco, que já vinha exercendo o cargo interinamente desde 2 de outubro.

Ainda nesta legislatura, Avenir Rosa votou a favor da criação do IPMF, imposto de 0,25% sobre transações bancárias criado como fonte complementar de recursos para a saúde; da criação do Fundo Social de Emergência (FSE), que permitia que o governo gastasse 20% da arrecadação de impostos sem que estas verbas ficassem obrigatoriamente vinculadas aos setores de saúde e educação; além de se pronunciar contra o fim do voto obrigatório.

Em 1993, com a criação do Partido Progressista (PP), resultado da fusão do Partido Social Trabalhista (PST) com o Partido Trabalhista Renovador (PTR), desligou-se do PDC, filiando-se a esta agremiação. Não tendo disputado a reeleição no pleito de outubro de 1994, deixou a Câmara dos Deputados em janeiro de 1995, ao final da legislatura. Em outubro de 1998, não disputou nenhum cargo eletivo.

Teve quatro filhos.

 

 

 

FONTES: CÂM. DEP. Deputados brasileiros. Repertório (1991-1995); Correio Braziliense (online). Disponível em : <http://www.correiobraziliense.com.br>. Acesso em : 13 dez. 2009; Folha de S. Paulo (1/1/91 e 18/9/94).

 

 

 

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