JOSE CARLOS GRECCO

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Nome: GRECCO, José Carlos
Nome Completo: JOSE CARLOS GRECCO

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
GRECCO, JOSÉ CARLOS

GRECCO, José Carlos

*const. 1987-1988; dep. fed. SP 1987-1991.

José Carlos Grecco nasceu em Mauá (SP) no dia 5 de março de 1949, filho de Edgar Grecco e de Ordália da Rocha Grecco. Seu pai foi prefeito de Mauá (1963-1965) e seu irmão, Edgard Grecco Filho, foi vereador de Mauá por cinco mandatos (1976, 1982, 1988, 2004, 2008). 

Ingressou na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Brás Cubas, em Mogi das Cruzes (SP), em 1973, formando-se três anos depois.

Sua atividade profissional esteve sempre ligada ao setor de construção civil, no qual foi diretor-técnico e sócio-proprietário da JL Empreendimentos Imobiliários e da Construtora Grecco. Presidente do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), em Mauá, de 1980 a 1986, foi secretário de Obras deste município, entre 1983 e 1985.

Em novembro de 1986, após uma campanha que teve o apoio de empreiteiras e firmas do ramo imobiliário, elegeu-se deputado federal constituinte por São Paulo. Tomou posse em fevereiro de 1987. Como membro titular, integrou a Subcomissão da Nacionalidade, Soberania e Relações Internacionais, da Comissão da Soberania e dos Direitos e Garantias do Homem e da Mulher; foi suplente na Comissão de Sistematização.

Votou contra a pena de morte, a estatização do sistema financeiro, a jornada de 40 horas semanais, a pluralidade sindical, o presidencialismo, a estabilidade no emprego e o mandato de cinco anos para o presidente José Sarney. E a favor do rompimento de relações diplomáticas com países que aplicassem políticas de discriminação racial, da soberania popular, do mandado de segurança coletivo, do aborto, do aviso prévio proporcional, do turno ininterrupto de seis horas, da unicidade sindical, do voto aos 16 anos, da limitação dos encargos da dívida externa, do limite de 12% ao ano para os juros reais, da proibição do comércio de sangue, da limitação e da desapropriação do direito de propriedade e da nacionalização do subsolo. Ausentou-se da votação a respeito da criação de um fundo de apoio à reforma agrária.

Deixou o PMDB em 1988 e filiou-se ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), partido que ajudou a fundar, formado por dissidentes peemedebistas. Após a promulgação da nova Carta Constitucional em 5 de outubro de 1988, integrou-se aos trabalhos legislativos ordinários.

Desistindo de concorrer à reeleição, deixou a Câmara dos Deputados ao término da legislatura, em janeiro de 1991, quando também se encerrou o seu mandato. Nas eleições de 1992 foi eleito prefeito de Mauá pelo PSDB. Deixou a prefeitura em 1997. No pleito de outubro de 1998 candidatou-se a uma cadeira na Assembléia Legislativa de São Paulo, na legenda do Partido Progressista Brasileiro (PPB), sem conseguir êxito.

Voltou para o PMDB e, em 2000 em 2004 e em 2008, foi sucessivamente eleito vereador do município de Fernão (SP). 

Foi diretor da Grecco Logística S.A.

Casou-se com Solange Maria Tonelotti Grecco, com quem teve quatro filhos.

 

FONTES: ASSEMB. NAC. CONST. Repertório (1987-1988); COELHO, J. & OLIVEIRA, A. Nova; Correio Brasiliense (18/1/87); Estado de S. Paulo (8/10/98); Folha de S. Paulo (19/1/87); Portal da Inteligência em Gestão Logística; Portal da Câmara Municipal de Fernão; Portal da Câmara Municipal de Mauá; Portal do PSDB – Fundadores do PSDB; TRIB. SUP. ELEIT. Relação (1998, 2000).

 

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