MONTEIRO, Leonardo

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Nome: MONTEIRO, Leonardo
Nome Completo: MONTEIRO, Leonardo

Tipo: BIOGRAFICO


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MONTEIRO, Leonardo

MONTEIRO, Leonardo

* dep. fed. MG 2003-2007; 2007-2011; 2011-.

 

José Leonardo Costa Monteiro nasceu em Governador Valadares (MG), no dia 09 de outubro de 1951, filho de Fiel Costa Filho e de Maria Monteiro de Amorim Costa.

cnico em química com especialização em meio ambiente, Leonardo Monteiro iniciou em 1975 sua carreira profissional, como laboratorista da Celulose Nipo Brasileira (Cenibra), em Belo Oriente (MG), no Vale do Aço. Foi no engajamento das causas dos trabalhadores no setor de papel e celulose, bem como das questões ambientais nele envolvidos, que ele desenvolveu sua atividade política. Sua militância política começou com a fundação da Associação Profissional dos Trabalhadores da Indústria de Papel e Celulose, em 1978, com a participação de Monteiro e outros trabalhadores da Cenibra. Na associação, Monteiro assumiu o cargo de tesoureiro. O trabalho da associação desdobrou-se no Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Papel e Celulose (Sinticel), em 1981. Monteiro logo assumiu a presidência do Sinticel. Em 1983, Monteiro fundou e assumiu a presidência da Central Única dos Trabalhadores (CUT) em Governador Valadares. No ano anterior, ele havia se filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT). A partir daí, toda a década de 1980 foi um período de grande atividade política para Monteiro, que assumiu diferentes postos na estrutura sindical e na dinâmica partidária do município, cabendo destacar sua entrada, a partir de 1987, no diretório municipal do PT, em que ocupou a vice-presidência entre 1988 e 2000. Em 1988, foi candidato à deputado federal,mas não conseguiu ser eleito.

Em 1990, ingressou no curso de direito da Faculdade de Direito do Vale do Rio Doce (Fadivale), em Governador Valadares. Formou-se em 1995. Antes disso, Monteiro alcançou novos postos políticos no ano de 1993. Foi nesse ano que ele se tornou presidente da Federação dos Trabalhadores da Indústria de Papel e Celulose, em Minas Gerais. Foi ainda em 1993 que Monteiro foi eleito pela primeira vez vereador por Governador Valadares, na legenda do PT. Ao longo de três mandatos (pois foi reeleito em 1996 e 2000), ocupou a secretaria, a vice-presidência e a presidência da Câmara de Vereadores de Governador Valadares. Entre 2001 e 2003, foi presidente da União das Câmaras Municipais de Minas Gerais. Passou a atuar mais ativamente nas causas ambientais, ao iniciar sua participação no Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente, de 1997 a 2000. Assumiu ainda o cargo de secretário da Associação dos Alternativos na Saúde Naturalista, em Governador Valadares, entre 2000 e 2003. A partir de 2000, tornou-se membro permanente do Movimento Pró-Rio Doce, também em Governador Valadares. Durante esse período, no ano de 1998 candidatou-se a uma vaga de deputado estadual na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, sem sucesso.

Em 2002 foi eleito deputado federal por Minas Gerais, na legenda do PT, com 30.646 votos. No primeiro mandato, foi membro titular da Comissão de Legislação Participativa, comissão em que foi primeiro vice-presidente entre 2005 e 2006. Foi ainda membro titular da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Em 2003, no início de seu mandato, apresentou projeto de lei (PL 1.181/03) que propõe diretrizes para verificação da segurança de barragens de cursos de água para quaisquer fins e para aterros de contenção de resíduos líquidos industriais. O projeto define maior responsabilidade das empreiteiras envolvidas no processo de construção de barragens, por meio de um sistema único de fiscalização.

Em 2006, candidatou-se mais uma vez à mara e foi eleito deputado federal por Minas Gerais, novamente na legenda do PT, com 77.107 votos. No segundo mandato, continuou atuando nas comissões de Legislação Participativa e Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Entre 2007 e 2008, tornou-se vice-líder do PT na Câmara dos Deputados. Votou favoravelmente, em Setembro de 2007, à prorrogação, até 2011, da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), taxa cobrada sobre movimentações bancárias destinada à área de saúde e extinta no mesmo ano, depois que o Senado Federal não aprovou sua continuidade. E, em Junho de 2008, votou a favor da criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS), que, segundo a oposição ao governo Lula seria uma tentativa de recriar a CPMF.

Em Setembro de 2010, teve sancionado seu projeto, sob a forma de Lei 12.334/10, que estabelecia a Política Nacional de Segurança de Barragens e criava um Sistema de Informações sobre a questão, regulamentando assim, os acúmulos de água, rejeitos e resíduos industriais.

Reelegeu-se deputado federal nas eleições de Outubro de 2010, quando recebeu 85.891 votos. Iniciou seu terceiro mandato em Fevereiro de 2011 e, nesta legislatura, ocupou novamente a vice-liderança do PT na Câmara.

Casado com Miraci Cássia.

 

 

FONTES: Portal da Câmara dos Deputados. Disponível em: <http://www2.camara.leg.br>. Acesso em 16/03/2014; Portal do PT-MG. Disponível em: <http://www.ptmg.org.br>. Acesso em 16/03/2014; Portal do Tribunal Superior Eleitoral. Disponível em: <http://www.tse.jus.br>. Acesso em 16/03/2014.

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