PIRES, EMERSON

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Nome: PIRES, Emerson
Nome Completo: PIRES, EMERSON

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
PIRES, EMERSON

PIRES, Emerson

*dep. fed. RO 1995-1999.

Emerson Olavo Pires nasceu em Goiânia, no dia 11 de fevereiro de 1971, filho de Olavo Gomes Pires Filho e de Anamaria Gueiros Serpa. O pai foi deputado federal e senador, do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) de Rondônia, e candidato ao governo do estado nas eleições de outubro de 1990, assassinado durante a campanha do segundo turno, em circunstâncias não esclarecidas.

Concluindo os estudos de segundo grau na cidade de Curitiba, em 1987, dois anos depois ingressou na ala da juventude do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Transferindo-se para Rondônia em 1990, tornou-se sócio e diretor da Vepesa Motorauto, em Porto Velho. De 1993 a 1994 presidiu a comissão provisória da Juventude do PSDB, em Porto Velho.

No pleito de outubro de 1994, com 23 anos, candidatou-se a deputado federal por Rondônia, pela legenda do PSDB, obtendo a maioria dos votos junto ao eleitorado dos municípios de Guajará-Mirim, Cerejeiras e Colorado do Oeste. Assumindo o mandato em fevereiro de 1995, filiou-se ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB).

Titular da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, nas votações das emendas constitucionais propostas à Câmara votou a favor da quebra do monopólio estatal nos setores de telecomunicações, exploração de petróleo, distribuição de gás canalizado e navegação de cabotagem; da mudança no conceito de empresa nacional; da prorrogação do Fundo Social de Emergência (FSE), rebatizado de Fundo de Estabilização Fiscal (FEF), que permitia ao governo gastar até 20% da arrecadação vinculada às áreas de saúde e de educação.

Em junho de 1996, já como titular da Comissão de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias, votou a favor da criação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), que substituiu o Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira (IPMF), fonte suplementar de recursos destinados à saúde.

Em janeiro/fevereiro de 1997 votou a favor da emenda que previa a reeleição de presidente da República, governadores e prefeitos. Em novembro, de volta ao PSDB e integrando a Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, apoiou a quebra da estabilidade do servidor público, item da reforma administrativa.

No pleito de outubro de 1998 candidatou-se sem sucesso à reeleição na legenda do PSDB. Em novembro votou a favor do teto de 1.200 reais, para aposentadorias no setor público, e pelos critérios de idade mínima e tempo de contribuição, para os trabalhadores do setor privado, itens que definiram a reforma da previdência. Deixou a Câmara ao término da legislatura, em janeiro de 1999.

 

 

FONTES: CÂM. DEP. Deputados brasileiros. Repertório (1995-1999); Folha de S. Paulo (31/1/95, 14/1/96, 27/2/97, 29/9 e 6/11/98); Globo (10/10/98); TRIB. SUP. ELEIT. Dados (1998).

 

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