Carmen Rial

Entrevista

Carmen Rial

Entrevista realizada no contexto do projeto “Memória das Ciências Sociais no Brasil”, desenvolvido com financiamento do Banco Santander, entre janeiro de 2016 e dezembro de 2020, com o objetivo de constituir um acervo audiovisual de entrevistas com cientistas sociais brasileiros e a posterior disponibilização dos depoimentos gravados na internet. Para ter acesso à transcrição e ao vídeo da entrevista clique aqui.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Vídeo, com consulta no portal

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Celso Castro
Data: 29/9/2020
Local(ais):
Florianópolis ; SC ; Brasil

Duração: 2h14min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Carmen Sílvia Moraes Rial
Formação:
Atividade:

Equipe


Técnico Gravação: Ninna Carneiro;

Temas

Alimentação;
Anos 1970;
Antropologia;
Associação Brasileira de Antropologia (ABA);
Carreira acadêmica;
Ciências Sociais;
Cinema rádio e televisão;
Departamento de Ordem Política e Social - DOPS;
Diretórios acadêmicos;
Ditadura;
Ética;
Família;
Formação escolar;
França;
Gilberto Velho;
Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa ;
Jornalismo;
Militância política;
Pesquisa científica e tecnológica;
Pontifícia Universidade Católica;
Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência;
Teatro;
União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS);
Universidade Federal do Rio Grande do Sul;

Sumário

Entrevista: 29.09.2020

Origens familiares; a trajetória escolar da entrevistada; origem do apelido Peninha; o intercâmbio nos Estados Unidos antes da universidade; o interesse em diferentes áreas para o vestibular; os impactos do movimento de contracultura em Porto Alegre na década de 1970; o relacionamento com Augusto Licks; a colaboração na escrita da canção Sinal Azul, de Nei Lisboa; as experiências no teatro; a transferência do curso de Biologia para Ciência Sociais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); a militância política do Diretório Acadêmico dos Institutos Unificados (DAIU); a participação na reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC); a prisão no Dops; o curso de Ciências Sociais da UFRGS; o curso de Jornalismo na Pontifícia Universidade Católica (PUC); a experiência profissional na Rádio Gaúcha; a possibilidade de discussão sobre a ditadura argentina no setor de esportes da Rádio Gaúcha; o ambiente machista na redação de esporte; a inventividade no trabalho da Rádio; a seleção para o mestrado em Ciências Sociais na UFRGS; o grupo de estudos em Antropologia Simbólica; a publicação do jornal Band-Aid Infecto; a mudança para Florianópolis e a aprovação no concurso público; a construção da casa e da comunidade em Florianópolis; a influência de Nobres e anjos, de Gilberto Velho, na construção da casa; o desejo de trabalhar com as casas ecológicas na pós-graduação; a viagem à França; o mestrado na UFRGS e em Paris V; a pesquisa de campo em fast foods de Paris; a relação com o orientador Louis Vincent Thomas; a viagem à União Soviética; os últimos anos no Jornalismo; a pesquisa na área de antropologia visual; a produção do filme sobre as alunas de Marcel Mauss; os diversos pós-doutorados ao longo do tempo; a pesquisa sobre futebolistas brasileiros na seleção da Espanha; a experiência no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (Iscte), em Portugal; a contribuição de Gilberto Velho na antropologia; a relação pessoal com Gilberto Velho; a presidência da Associação Brasileira de Antropologia (ABA); a questão do controle da ética na antropologia gerida pelo Ministério da Saúde; o envolvimento com o Conselho Mundial das Associações Antropológicas; as atividades realizadas pelo Conselho; a vivência na pandemia de covid-19; reflexões sobre o projeto Memória das Ciências Sociais do CPDOC; o papel político do Conselho Mundial das Associações Antropológicas; os livros que marcaram a trajetória da entrevistada.
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