Lilia Schwarcz

Entrevista

Lilia Schwarcz

Entrevista realizada no contexto do projeto “Memória das Ciências Sociais no Brasil”, desenvolvido com financiamento do Banco Santander, entre janeiro de 2016 e dezembro de 2020, com o objetivo de constituir um acervo audiovisual de entrevistas com cientistas sociais brasileiros e a posterior disponibilização dos depoimentos gravados na internet. Para ter acesso à transcrição e ao vídeo da entrevista clique aqui.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Entrevista em vídeo disponível na Sala de Consulta do CPDOC e trechos no portal.

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Celso Castro
Sérgio Rodrigo Marchiori Praça
Data: 29/8/2019
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 2h11min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Lilia Katri Moritz Schwarcz
Nascimento: 27/12/1957; São Paulo; SP; Brasil;

Formação:
Atividade:

Equipe


Transcrição: Danilo Castro Magalhães ;

Conferência da transcrição: Celso Castro;

Técnico Gravação: Ninna Carneiro;

Sumário: Laura Mie de Azevedo Nicida;

Temas

Abertura política;
Anos 1970;
Anos 1980;
Antropologia;
Arquivos públicos;
Arte;
Autoritarismo;
Bibliotecas;
Bolsas de estudo e de pesquisa;
Brasil;
Casamento;
Censos;
Ciência e tecnologia;
Ciências Sociais;
Comunicação de massa;
Discriminação racial;
Discriminação sexual;
Ditadura;
Documentos iconográficos;
Editoração;
Editoras;
Eleições presidenciais;
Ensino superior;
Esportes;
Esquerda;
Família;
Formação acadêmica;
Formação escolar;
França;
Gênero;
História;
Ideologia;
Imprensa;
Indios;
Intolerância religiosa;
Itália;
Jornalismo;
Judeus;
Lilia Schwartz;
Magistério;
Movimento estudantil;
Mulher;
Museus;
Obras de referência;
Pensamento conservador;
Pensamento político;
Pesquisa científica e tecnológica;
Política cultural;
Política educacional;
Política indigenista;
Política nacional;
Políticas públicas;
Produção intelectual;
Racismo;
Redemocratização;
São Paulo;
Universidade de São Paulo;
Universidade Estadual de Campinas;
Viagens e visitas;
Violência;

Sumário

Entrevista: 29/08/2019

Origem familiar franco/italiana, infância e formação escolar em São Paulo; Trabalho da família e a atuação da tia Hella Moritz na religião judaica; Formação escolar no colégio vocacional durante a ditadura e ida para o colégio objetivo; Primeiro contato com Luiz Schwarcz; Inscrição para o curso de História na Universidade de São Paulo (USP) e a relação com as ciências sociais; Experiências universitárias, professores marcantes e as aulas com Rui Coelho; Pesquisa de iniciação cientifica com Jaime Pinsky utilizando arquivos; Ambiente político durante o curso de história e participação no movimento estudantil de “Liberdade e Luta” (Libelu); Mestrado em antropologia social na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o casamento em 1979; Bolsa da USP para Paris, a relação com esportes e a gravidez; Escolha pelo mestrado em antropologia, o início do trabalho como editora e o impacto da maternidade; Tema da tese do mestrado e o darwinismo racial; Atuação como editora oculta e a carreira de Luiz Schwarcz; Criação da companhia das letras e a relação de amizade com a Editora Zahar; Ambiente politico de redemocratização durante a criação da editora; Relação entre mundo acadêmico e mundo editorial; Carreira de professora de ensino médio e graduação; Doutorado na USP com Manuela Carneiro da Cunha; Acidente de carro e ida para USP como professora; Fronteiras entre história e antropologia; Relação com instituições arquivisticas, museológicas e biblioteconômicas; Relação entre pesquisa acadêmica, iconografia e artes; Desvalorização dos professores a partir dos anos 1980; Experiência internacional após o doutorado e o trabalho como professora visitante na Universidade de Princeton; Impactos da polarização ideológica nas ciências humanas e sociais; Publicações dentro de outras áreas e o trabalho no jornal Nexo; Eleições de 2018, publicações políticas no Instagram e o livro “sobre o autoritarismo brasileiro”; Reflexões sobre o machismo vivido enquanto mulher nas ciências sociais; Reflexões sobre o racismo, intolerância, misoginia, violência e a questão indígena no Brasil atualmente; Figuras autoritárias, politicas públicas no governo Bolsonaro, cortes na educação, desvalorização da academia e mudanças no Censo; Democradura no Brasil, criticas ao judiciário, a operação Lava Jato, o caso da Vaza Jato e resumo das atuações politicas do Governo Bolsonaro; Movimento conservador cultural e moral no espaço público atualmente; Caso da exposição de “histórias da sexualidade” no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp) de proibição de menores de 18 anos; Questão da falta de reparação no Brasil e perspectivas para o futuro do Brasil; Obra e autor marcantes.
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