Fábio Barbosa Vieira

Entrevista

Fábio Barbosa Vieira

Entrevista realizada no contexto do projeto “Memórias do Pronasci”, desenvolvido pela Fundação Getulio Vargas, através da FGV Projetos, em convênio com o Ministério da Justiça, entre agosto de 2008 e setembro de 2009. O projeto resultou na formação de um banco com cerca de 25h de entrevistas e um livro sobre o tema. O principal objetivo é registrar a memória das políticas públicas no Brasil contemporâneo, tomando por base experiências inovadoras da gestão do Estado. Está norteado por duas clivagens: o processo político (governo, agentes de segurança pública e representantes da sociedade civil - quem concebeu e/ou recebeu o Pronasci) e o processo técnico (o trabalho realizado pelo Ministério da Justiça e o monitoramento da FGV - ressaltando as técnicas e soluções empregadas). O entrevistado foi escolhido pela sua participação no Bolsa-Formação.
Forma de Consulta:
Entrevista publicada em livro.
Referência completa: Segurança e cidadania: memórias do Pronasci: depoimentos ao Cpdoc/FGV/ Marieta de Moraes Ferreira e Ângela Britto (Orgs.).- Rio de Janeiro:Editora FGV, 2010.516p.:il.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Marieta de Moraes Ferreira
Angela Britto da Cunha
Data: 29/9/2009
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 1h0min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Fabio Barbosa Vieira
Nascimento: 18/5/1976; Niterói; RJ; Brasil;

Formação: Terceiro grau incompleto (faculdade de Administração).
Atividade: Policial Militar - escolta de autoridades.

Equipe


Pesquisa e elaboração do roteiro: Angela Britto da Cunha;Marieta de Moraes Ferreira;

Transcrição: Lia Carneiro da Cunha;

Conferência da transcrição: Angela Britto da Cunha;

Técnico Gravação: Roberto Jorge Carneiro de Souza Leão; Marco Dreer Buarque;

Sumário: Katherine Nunes de Azevedo;

Temas

Administração de empresas;
Armamentos;
Assuntos familiares;
Bolsas de estudo e de pesquisa;
Ensino a distância;
Favela;
Formação acadêmica;
Formação profissional;
Habitação;
Narcotráfico;
Niterói;
Polícia;
Política social;
Políticas públicas;
Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania;
Projetos sociais;
Rio de Janeiro (cidade);
Serviços públicos;
Território;
Violência;

Sumário

Entrevista: 19/9/2009

Local de nascimento; trajetória acadêmica: o curso incompleto de administração de empresas; origens familiares; o desejo de seguir carreira na polícia; a aprovação no concurso da Polícia Militar (2000); a paixão pela profissão; o curso de formação no 7º Batalhão da Polícia Militar, em São Gonçalo; a trajetória na Polícia Militar: escoltando autoridades; o trabalho nas ruas; as matérias estudadas no 7º Batalhão; comentários sobre os enfrentamentos diretos que já participou; a diferença do tráfico em Niterói e no Rio de Janeiro; as comunidades existentes em Niterói; a atuação do Grupamento de Policiamento em Áreas Específicas - GPAE no morro do cavalão, em Niterói; os primeiros contatos com o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania-Pronasci e a importância dos cursos oferecidos no projeto Bolsa-Formação; as condições para a participação nos cursos do Bolsa-Formação;a participação nos cursos e as dificuldades enfrentadas; a forma de divulgação do projeto; os cursos mais procurados pelos policiais; as atividades remuneradas exercidas junto com a profissão; a qualificação do policial através do ensino a distância – EAD; o problema da falta de interação entre a comunidade e o policiamento; a importância da divulgação dos projetos sociais nas comunidades a fim de haver uma interação entre a comunidade e os policiais; a relevância dos policiais sem ocorrências de corrupção atuando no policiamento comunitário; os aspectos positivos que serão adquiridos em longo prazo com a implementação dos projetos sociais; o aspecto mais relevante do Pronasci: a formação do policial; pontos positivos e negativos do Pronasci; os amigos do entrevistado que fazem parte do Plano Habitacional; os problemas enfrentados pelos policiais que moram em comunidades violentas; a importância do armamento não letal trazido pelo Pronasci; o preconceito que o policial tem em relação à sua própria profissão; a necessidade de incentivos para melhorar a autoestima dos policiais............pp.369-383.










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