Lélia Couto Almeida

Entrevista

Lélia Couto Almeida

Entrevista realizada no contexto do projeto "Memórias do Pronasci", desenvolvido pela Fundação Getulio Vargas, através da FGV Projetos, em convênio com o Ministério da Justiça, entre agosto de 2008 e setembro de 2009. O projeto resultou na formação de um banco com cerca de 25h de entrevistas e um livro sobre o tema. O principal objetivo é registrar a memória das políticas públicas no Brasil contemporâneo, tomando por base experiências inovadoras da gestão do Estado. Está norteado por duas clivagens: o processo político (governo, agentes de segurança pública e representantes da sociedade civil - quem concebeu e/ou recebeu o Pronasci) e o processo técnico (o trabalho realizado pelo Ministério da Justiça e o monitoramento da FGV - ressaltando as técnicas e soluções empregadas).
Forma de Consulta:
Entrevista publicada em livro.
Referência completa: "Segurança e cidadania: memórias do Pronasci: depoimentos ao Cpdoc/FGV". Marieta de Moraes Ferreira e Ângela Britto (Orgs.).Rio de Janeiro:Editora FGV, 2010.516p.:il.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Marieta de Moraes Ferreira
Angela Britto da Cunha
Data: 5/2/2009
Local(ais):
Brasília ; DF ; Brasil

Duração: 1h25min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Lélia Couto Almeida
Nascimento: 20/2/1962; Santa Maria; RS; Brasil;

Formação:
Atividade: Coordenadora do projeto Mulheres da Paz, no âmbito do Pronasci.

Equipe

Levantamento de dados: Angela Britto da Cunha;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Marieta de Moraes Ferreira;Angela Britto da Cunha;

Transcrição: Lia Carneiro da Cunha;

Conferência da transcrição: Angela Britto da Cunha;

Técnico Gravação: Roberto Jorge Carneiro de Souza Leão;

Sumário: Katherine Nunes de Azevedo;

Temas

Argentina;
Assuntos familiares;
Brasília;
Conflitos sociais;
Congressos e conferências;
Desarmamento;
Direitos humanos;
Direitos sociais;
Diretórios acadêmicos;
Europa;
Formação acadêmica;
Formação profissional;
Genealogia;
Golpe de estado;
Informática;
Intelectuais;
Mercosul;
Metodologia de pesquisa;
Ministério da Educação;
Ministério da Justiça;
Movimento estudantil;
Mulher;
Obras de referência;
Organização social;
Partido dos Trabalhadores - PT;
Pontifícia Universidade Católica;
Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania;
Programas sociais;
Projetos sociais;
Rio de Janeiro (estado);
Ronaldo Teixeira da Silva;
Segurança pública;
Senado Federal;
Tarso Genro;
Trajetória política;
Uruguai;
Violência;

Sumário

Entrevista: 5/2/2009

Local de nascimento; origens familiares; o golpe no Uruguai em 1975; a influência familiar na sua formação intelectual; trajetória acadêmica e política: o curso de Letras na Pontifícia Universidade Católica PUC-RS, em 1979 e a participação no Partido dos Trabalhadores-PT; a atuação como presidente no diretório acadêmico; a ida à Europa após o término da Universidade; a escrita do livro “Antônia”, publicado no Brasil em 1988; a pesquisa em gênero e literatura de autoria feminina; a volta para Porto Alegre em 1988, a fim de fazer o mestrado em literatura brasileira; a produção ficcional e teórica sobre as mulheres; o trabalho como professora e pesquisadora da Universidade Santa Cruz do Sul; o doutorado na Argentina, em Mendoza; a experiência de estudar as escritoras latino-americanas; o trabalho com o conceito de genealogias femininas; a volta para o Brasil, em 1999; a mudança para Brasília, em 2006 para residir próximo à irmã e mãe; o trabalho como assessora para assuntos do Mercosul (Mercado Comum do Sul), no Ministério da Educação (MEC), com o então ministro Fernando Haddad; o pedido da entrevistada a Ronaldo Teixeira da Silva (professor Nado) para trabalhar na equipe do Tarso Genro, no Ministério da Justiça; o trabalho como redatora do texto do Programa Nacional de Segurança Pública com cidadania (Pronasci); a importância dos estudos teóricos que Tarso Genro adquiriu para a formulação do Pronasci; a relevância dos colóquios produzidos por Ronaldo Teixeira da Silva para o debate de novas idéias; o grupo de intelectuais que estiveram presentes nos colóquios: Marcos Rolim, Sérgio Schecaira, George Felipe, entre outros; as críticas iniciais feita ao Pronasci; a liderança no projeto “Mulheres da Paz”; as reuniões com três Organizações não governamentais- (ONGs) responsáveis pela campanha do desarmamento no Senado (julho de 2007); comentários sobre o conflito na decisão da escolha do nome do Projeto: “Mães da Paz” ou “Mulheres da Paz”; a montagem de questionários para saber a opinião de mulheres das comunidades do Estado do Rio de Janeiro: o ponto de partida para o Projeto “Mulheres da Paz”; a base do projeto: bolsa de 190,00 para que a mulheres façam, no mínimo 150 horas de cursos; eixos temáticos dos cursos(apoio psicossocial, Lei Maria da Penha, infomática, direitos humanos e mediação de conflitos) e a forma de capacitação das mulheres para fazê-los ; os resultados do Programa no Rio de Janeiro; a importância do programa “Mulheres da Paz” para a sua vida pessoal e profissional; comentários acerca da postura das mães frente a violência feitas com seus fílhos; a confluência de idéias com o Ministro Tarso Genro; a saída da entrevistada do estudo da teoria feminista para a prática nas comunidades; a ampliação do projeto “Mulheres da Paz”; o desafio de manter o projeto com as diferentes instânicias............................pp.225-240.



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