PESQUISA BIBLIOGRÁFICA

Database marketing

Miriam Bretzke

Doutoranda em Administração de Empresas na EAESP/FGV, Consultora de Empresas em Database Marketing e Planejamento Estratégico

 

 


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A década de 90 se caracteriza por uma série de transformações cada vez mais rápidas e marcantes. E um período de assombrosas inovações tecnológicas, oportunidades econ├┤micas sem precedentes, surpreendentes reformas políticas e intenso renascimento cultural.

Os estilos de vida, hábitos de compra, necessidades e desejos das pessoas estão mudando. Além disso, a crescente diversidade de produtos e serviços, o crescimento da concorrência globed, segmentação de mercados, diversidade de tecnologias e soluções, mídia tradicional enfraquecida, declínio de lealdade à marca, mudanças organizacionais e estruturais nas empresas (refs. 043, 057), entre outros fatores, representam um grande desafio para o Marketing, enquanto filosofia empresarial que habilite as empresas a enfrentar esse novo ambiente competitivo.

A busca da vantagem competitiva exige um novo approach estratégico na forma de administrar os negocios e novas técnicas ou ferramentas, que possibilitem uma individualização na comunicação com os clientes e prospects, além de um profundo conhecimento de suas preferências, necessidades, e hábitos de compra, reconhecendo que esta será a Era do Cliente (ref. 043).

Nesse contexto, Database Marketing surge como resultante de duas tendências convergentes em Marketing. De um lado, a insatisfação com os métodos de comunicação de massa e com as ferramentas existentes, e, de outro, os crescentes avanços da Tecnologia (ref. 050).

 

CONCEITO DE DATABASE MARKETING

Database Marketing e Database de Marketing, (ou Banco de dados do Marketing) andam juntos, mas são conceitos distintos. O primeiro é um estilo de fazer negócios; o segundo, uma inovação tecnológica, parte da Tecnologia da Informação.

Essa distinção é muito importante, pois é a linha que separa o tático do estratégico, o velho do novo Marketing.

E este novo Marketing, intensamente impactado pela Tecnologia da Informação (refs. 011,022,043,057,137) e por técnicas de comunicação consagradas do Marketing Direto (refs. 001,086,149,157), que está preparado para responder os desafios da Era do Cliente, pois dispõe da ferramenta que permite tratar o cliente individualmente, que é o Database Marketing (refs. 069,088,130,148).

A revisão da literatura existente sobre Database Marketing revela que ainda não se estabeleceu um consenso quanto ao seu escopo e conceito. Os autores exaltam os benefícios e aplicações, mas não o posicionam e conceituam como disciplina (ref. 001). Holder & Stone (ref. 144) comentam que, apesar de existir um conjunto de literatura a respeito de Database Marketing, não existe um corpo de conhecimento.

Isto se verifica porque o Database Marketing desenvolveu-se a partir do uso empírico realizado pelos profissionais de Marketing Direto e, portanto, a literatura existente está associada ao corpo de conhecimento referente a Marketing Direto. Hoje, existem apenas três livros específicos sobre este assunto (refs. 036,088,118) e uma gama de artigos escritos por profissionais da área.

Em alguns desses artigos verificamos que Database Marketing é colocado como sinônimo de Marketing Direto, Marketing de Relacionamento, Target Marketing, evidenciando a importância que esta técnica assume frente às diversas abordagens de Marketing existentes, e o estágio de infância que se encontra como disciplina.

O conceito mais amplamente aceito é que Database Marketing é uma ferramenta do Marketing (ref. 121) e conseqüentemente um novo Marketing Direto (ref. 088), que se formou pela integração da Tecnologia de Banco de Dados e do conhecimento dos Sistemas de Informações (refs. 093, 101), com as técnicas próprias da pesquisa mercadológica, da segmentação de mercado e da comunicação do Marketing Direto (refs. 022,042,081, 122).

 

A EVOLUÇÃO DO DATABASE MARKETING

O Database Marketing tem crescido rapidamente durante os últimos dez anos (ref. 022), mudando o escopo do Marketing Direto, e propiciando novas formas de comunicar-se individualmente e estabelecer um relacionamento duradouro e gratificante com os clientes e prospects, bem como fornecedores, como forma de obter uma vantagem competitiva sustentável. E a tecnologia mudando a natureza do Marketing pelo impacto causado no mercado e no sistema de Marketing (ref. 042).

Novos produtos, nova mídia, novos serviços, melhor e mais rápido feedback das informações sobre o comportamento do consumidor, habilidade e capacidade de gerenciar informações têm estimulado grandes e pequenas empresas, dos mais diferentes ramos de atividades, a mudar a sua forma de atuação. São empresas do porte da Polaroid, Hewllet-Packard Co. (refs. 110, 116), Digital Equipment Co. (ref. 058), Nitendo (ref. 060), Kraft General Foods (Quaker Oats) e Phillip Morris (refs. 018,108), American Express, Farm Journal, Apple Computer (ref. 038), ABB Electric (ref. 097), General Motors (ref. 007), Sears Roebuck and Co. (ref. 049), Texas Instrument ( ref. 139), Boston Bank (ref. 045); ou então, empresas menores como os pequenos bancos de varejo (ref. 119): Valley Bank de Phoenix, Ariz (ref. 045), Fleet Bank de New England (ref. 060); e outras empresas menos conhecidas de diversos ramos de atividades (refs. 009, 094, 104). No Brasil, destacam-se empresas como Amesp e Alpargatas (ref. 001). Estas empresas são apenas alguns exemplos de quem já está utilizando Database Marketing nas mais diversas aplicações, e obtendo excelentes resultados.

O que toma possível o rápido desenvolvimento e a utilização desta ferramenta pelos mais diversos tipos e portes de empresas, nas mais diversas aplicações, primeiramente, é o fato de que, para se implantar e manter o banco de dados, nem sempre são necessários computadores de grande porte (ref. 065), podendo-se, com softwares apropriados (refs. 030, 091), utilizar um computador de uso pessoal (PC ou PS/2), um sistema de redes de PCs ou um sistema multiusuário UNIX (refs. 039, 068, 117), dependendo da aplicação e tamanho do banco de dados - número de nomes e registros (ref. 129).

Segundo, porque a técnica do Database Marketing permite:

1. criar relacionamento entre a empresa e seus consumidores ou clientes;

2. explorar tais relacionamentos para transformar prospects em clientes e adotadores do produto;

3. construir e manter a fidelidade dos seus clientes ou consumidores (refs. 016,059,069,132);

4. melhorar os resultados de vendas (ref. 116);

5. identificar novos mercados ou nichos de mercado (ref. 091);

6. otimizar e reduzir os custos de comunicação (ref. 146) através da sistematização e do uso integrado de mídia, como TV, rádio, revistas, jomáis, telemarketing e mala direta.

 

AS ÁREAS DE APLICAÇÃO DO DATABASE MARKETING

As aplicações do Database Marketing são inúmeras. O grande desafio está no desenvolvimento criativo de aplicações competitivas, estrategicamente significantes e com custo permissível.

As principais aplicações são:

1. Programas de prospecção de novos clientes (refs. 118,149): baseiam-se num intenso envolvimento pré-venda, onde procura-se identificar os prospects: o seu nome, telefone, interesses especiais, estilo de vida, preferências e padrões de compra, para depois utilizar a habilidade do Database em comunicar-se com os mesmos individualmente, com base nessas informações. Esses programas aumentam a produtividade da força de vendas em 36%. Jenkins (ref. 157) sugere que os melhores programas para conquistar novos clientes é solicitar aos atuais clientes a indicação de nomes de pessoas que os mesmos considerarem clientes potenciais.

2. Programas de fidelização (refs. 059,118,132,149): vários autores, mas principalmente McKenna (ref. 043), consideram que o Marketing moderno se caracteriza pela batalha para conseguir a lealdade do cliente ou consumidor. Para Stan Rapp (ref. 057); a fidelização é obtida quando se passa do monólogo da propaganda para o diálogo pelo Database Marketing. Existem vários modelos de relacionamento que servem de orientação para desenvolver os programas de comunicação visando à fidelização (ref. 001).0s mais freqüentes são:

a) Recompensa: quando a repetição da compra é premiada com bônus (ref. 018), prêmios e incentivos, como ocorre nos Programas de Frequent Flyer (ref. 132), Frequent Buyer etc.

b) Educacional: onde o programa de comunicação coloca à disposição dos clientes um conjunto de literatura e eventos. Este programa inclui o Customer Service ou os Serviços de Atendimento ao Consumidor.

c) Afinidade: promove a filiação dos clientes ou usuários em torno de um clube (ref. 057). E um dos programas que apresenta o maior índice de crescimento e que gera resultados surpreendentes, conforme relatam Coleman (ref. 080), e Stan Rapp (ref. 057).

3) Estratégias de Comunicação: para Shaw e Stone (ref. 118), Database Marketing é uma das mais precisas disciplinas de Marketing, pois quebra a idéia de criar um relacionamento em um sem-número de atividades diferentes, e utiliza uma série de técnicas para que o cliente ou prospect perceba que um relacionamento agradável está se iniciando ou mantendo, pela habilidade que possui em comunicar-se com a pessoa certa, da maneira adequada, no tempo e lugar certos, com o apelo certo.

A comunicação neste contexto se constitui num conjunto de ações que começa com o contato inicial e prossegue até concluir uma fase particular do diálogo, quando o cliente dará ou não a resposta objetivada, que pode ser a compra, pedido de informação ou literatura, e continua após a compra. Pode-se iniciar o contato com um anúncio de resposta direta em mídia de massa, com uma ação de telemarketing ou mala direta (refs. 057, 118,138,149,158).

Um dos maiores benefícios do uso de Database Marketing é o impacto sobre o composto de comunicação, que pode utilizar propaganda de resposta direta, mala direta, relações públicas e promoção de forma integrada para obter a resposta desejada (refs. 056, 057, 138,146). A criação das campanhas é desenvolvida de acordo com o perfil, necessidades e desejos dos diferentes segmentos (ref. 141) e consistente com o planejamento estratégico da empresa, que define o tipo de relacionamento que se deseja estabelecer com prospects, clientes e demais integrantes da infra-estrutura da indústria (ref. 042). O outro benefício é a sistematização e velocidade com que as diversas etapas dos Programas de Comunicação são executadas, de forma personalizada, além da mensuração (refs. 149,158) que é realizada a cada etapa, permitindo uma verificação imediata dos resultados obtidos, ao contrário do que acontece com a comunicação de massa.

 

CHAVES DE SUCESSO PARA A IMPLANTAÇÃO D0 DATABASE MARKETING

Segundo Januz (ref. 039), Database Marketing não é mais do que um meio muito sofisticado de manter e usar dados demográficos acerca do prospect ou cliente, bastando reunir uma lista de nomes dos melhores suspects, prospects e clientes, inserir no computador de modo que se possa dar um uso efetivo através do telemarketing, força de vendas, mala direta ou outro meio, num esforço concentrado para maximizar as vendas. Conforme constatado anteriormente este é o conceito de Banco de Dados de Marketing.

Para transformar essa lista, esse Banco de Dados em Database Marketing, os fatores chaves de sucesso são:

a) definir claramente a estratégia de Marketing, conforme sugere Kleinfelter (ref. 134); b) que tipo de aplicação se fará do mesmo (ref. 106); c) que informações serão necessárias.

O artigo de Richard Cross (ref. 012) enfatiza a importancia dos objetivos mercadológicos para desenvolver o Database e detalha algumas de suas aplicações. Para Cross e, também, Dauer (refs. 012, 014): "o maior obstáculo de um Database Marketing rentável é saber como usá-lo".

Como o desenvolvimento de Database exige um investimento inicial que varia de empresa para empresa dependendo do tamanho e da complexidade do projeto (refs. 009,015,069), alguns autores como Stevenson (ref. 140), Kleinfelter (ref. 134 ), Dickson (ref. 091) e Davis (ref. 089) alertam para os problemas que as empresas podem enfrentar no decorrer da sua implantação e que é necessário incorporar técnicas de segmentação, análise de regressão e multivariada, Cluster analisis e outros modelos estatísticos e estocásticos, que permitam identificar cada cliente e prospect individualmente, analisar e predizer o comportamento de compra, para então, desenvolver a comunicação mais adequada e pertinente.

Gendelev (ref. 027), no seu artigo, nos mostra como planejar a implantação do Database Marketing e antecipar alguns problemas operacionais. Complementando, Bob Stone (ref. 148) e Schell (ref. 059) descrevem como maximizar a rentabilidade manipulando o Database de clientes através da fórmula do FRVC(freqüência, recência, valor e categoria de produtos comprados) e do conceito de lifetime value do cliente.

Coleman (ref. 009) adverte que, como as despesas com manutenção de Database Marketing são substanciais, deve-se começar com um pequeno database, pois os muito grandes requerem muito gerenciamento, com pouco tempo para aprender. Gaber (ref. 026) e Stone (ref. 149) consideram que o database de clientes para fidelização deve conter aproximadamente 10 a 25% dos clientes regulares.

 

CONCLUSÕES

A base para tomada de decisão estratégica que sustenta a vantagem competitiva está na informação. Esta toma-se uma arma competitiva (ref. 051) porque habilita a empresa a criar valor extra para os seus clientes (ref. 156) e possibilita a diferenciação do produto ou serviço no mercado.

Database Marketing, através da agilidade e amplitude com que armazena, processa e utiliza as informações dos bancos de dados de consumidores, prospects e sobre o mercado, consegue criar vantagem competitiva pelo uso das técnicas avançadas de segmentação, que identificam os prospects e clientes de maior potencial, suas necessidades, expectativas e perfil psicográfico, possibilitando estabelecer uma estratégia de comunicação que utilize mídia e canais integrada e individualmente endereçáveis para promover vendas ou criar awareness. Permite, ainda, através da mensuração dos resultados (ref. 088) e do monitoramento dos fatores-chave do mercado (ref. 156), promover rápidos e precisos ajustes para manter ou aumentar a vantagem competitiva.

Da leitura interpretativa aqui realizada, deprendeu-se que o Database Marketing é a mais nova e eficaz ferramenta de Marketing disponível, que afeta os seus mais diversos aspectos, mas principalmente o composto de comunicação. E que, apesar de ser um conceito novo, responde às mais antigas questões do Marketing, que são:

• saber onde estão os clientes e os prospects, e o seu perfil psicográfico;

• manter um relacionamento constante com eles, e integrá-los à empresa;

• permitir aos clientes um meio de estabelecer uma comunicação interativa com a empresa;

• conhecer as necessidades, desejos e valores dos clientes e prospects;

conseguir estabelecer uma comunicação individualizada e pertinente com cada prospect e cliente, trazendo-lhes vantagens em manter um relacionamento duradouro e leal com a empresa.

Uma virada no pensamento do Marketing está em curso, forçada pelas mudanças que estão ocorrendo no mercado e no comportamento do consumidor. Mas o desenvolvimento de sofisticados programas de comunicação integrada /Database Marketing/Marketing de Relacionamento ainda estão numa fase embrionária, apesar do potencial desta técnica ser indiscutível. Para cada empresa que iniciou a implementação de programas de longo prazo orientados para o consumidor, existem 1000 que, mesmo considerando as empresas de Marketing Direto não utilizam amplamente as técnicas de segmentação, perfilagem dos clientes e prospects no banco de dados e promoções personalizadas há muito tempo.

Portanto, os administradores e pesquisadores têm um longo caminho e aprendizado para desenvolver e utilizar amplamente o potencial desta nova ferramenta, ou seria uma nova estratégia?

 


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Referências Bibliográficas

Heraldo Vasconcellos - Bibliotecário, Chefe do Serviço de Documentação da Biblioteca Karl A. Boedecker da EAESP/FGV.

OBSERVAÇÕES

A pesquisa foi realizada no acervo da Biblioteca da EAESP/FGV; as referências bibliográficas foram organizadas em ordem alfabética, dentro de cada ano de publicação (os anos aparecem em ordem cronológica decrescente). As referências precedidas de asterisco estão disponíveis no acervo da Biblioteca.

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