FÓRUM DESENVOLVIMENTO DE TEORIA

 

Apresentação

 

 

Miguel P. Caldas

Professor da Loyola University New Orleanse e da FGV-EAESP. E-mail: miguelcaldas@cba.loyno.edu

 

 

"CONTRIBUIÇÃO TEÓRICA": COMO ASSIM, CARA PÁLIDA?

Por quê isto agora? Introduzindo o Fórum e sua razão se ser

O foco deste Fórum Especial da RAE-revista de administração de empresas é o desenvolvimento de teoria em estudos organizacionais. Ou seja, em termos específicos, o que se procura é oferecer insumos para a reflexão e debate sobre os possíveis atributos de uma contribuição teórica de valor. Já em termos mais genéricos, entendo que o fórum questiona, na verdade, o que é produção de conhecimento, bem como quais os critérios que podem determinar o "valor" de uma contribuição científica. Os três artigos aqui incluídos, bem como o tema deste fórum, são extremamente oportunos ao atual momento da academia brasileira em Administração, e mais especificamente, ao momento da produção científica do campo no Brasil.

Primeiro, porque desde 1990 - e mais intensamente desde 1997 - a academia brasileira de Administração, especialmente no âmbito do Enanpad, tem se dedicado a estudos introspectivos de sua própria produção, procurando entender se, junto ao crescimento quantitativo expressivo verificado nos últimos 20 anos, houve também progresso qualitativo. De fato, enquanto a quantidade aumentou consideravelmente1, o quadro qualitativo até agora mostrado nas várias áreas temáticas do campo não parece muito animador.

O trabalho pioneiro de Machado-da-Silva, Cunha e Amboni (1990) parece ter o sido o que primeiro chamou a atenção da academia para a utilidade e tempestividade de uma avaliação estruturada de sua produção. O levantamento que o Professor Clóvis e seus colegas fizeram dos artigos da área de Organizações denunciava tanto uma área frágil do ponto de vista teórico e metodológico, bem como um predomínio funcionalista. Seguindo essa pesquisa, diversas outras áreas também fizeram balanços críticos semelhantes, como Marketing (Vieira, 1998, 1999, 2000; Perin et al., 2000; Botelho e Macera, 2000), Administração da Informação (Hoppen et al., 1998), Estratégia (Bignetti e Paiva, 1997), Administração Pública (Keinert, 2000), Recursos Humanos (Caldas et al., 2002; Tonelli et al., 2003), Finanças (Leal et al, 2003) e Operações (Arkader, 2003).

De forma geral, o que é mais inquietante é a consistência da constatação de que em todas essas áreas temos problemas de qualidade, expressas em maior ou menor grau pela falta de consistência teórica e metodológica, pelo excesso de reprodução de temática e autores estrangeiros, pela falta de originalidade e maior contribuição científica duradoura , pelo alto índice de endogenia e de "balkanização" da produção em poucos centros produtivos que ignoram uns aos outros, pela carência de reflexão sobre a aplicabilidade dos conceitos e teorias construídos para a realidade brasileira; e assim por diante.

Por mais que tudo isso seja verdade e represente as limitações efetivas do campo, não podemos deixar de reconhecer que retratam o passado recente, que é de consolidação da área. Deixar de admitir isto - ou seja, que até pouco tempo a área ainda não tinha se firmado, e a baixa qualidade advinha de "dores de crescimento" de um campo em formação - seria provavelmente uma injustiça com o trabalho árduo e sacrificado dos pioneiros que fizeram a consolidação da área de administração nas últimas duas ou três décadas2.

Mas embora isto possa explicar e atenuar eventuais criticismos gratuitos, ingratos e apressados à qualidade ainda inadequada da nossa produção, não se justifica que nossa pesquisa assim permaneça.

É justamente neste ponto que se coloca a segunda razão para a adequação deste fórum ao momento do campo. Agora que o campo está consolidado, para onde vamos? Em trabalhos e apresentações recentes, tenho insistido na tese de que a continuidade do aumento quantitativo da nossa produção não garantirá a sustentação do campo, se não vier acompanhada de uma significativa melhoria qualitativa da nossa pesquisa, que em última instância se traduz na - consolidação da relevância do campo. Em outras palavras, um campo científico que apenas cresce quantitativamente, mas que não se prova qualitativamente vigoroso, se torna irrelevante, seja para a prática, seja para a teoria, ou - pior ainda - para ambos os lados dessa única moeda.

Para a práxis, um campo sem maior qualidade científica seria pouco útil para prever acontecimentos ou comportamentos em organizações, ou ainda para apontar caminhos de ação e superação da realidade organizacional. Para a teoria, um campo sem qualidade científica seria simplesmente ignorado fora dele próprio: só serviria para atender a requisitos burocráticos das instituições oficiais de credenciamento, e sua produção só seria lida (se o fosse) por um pequeno grupo de docentes-autores, cada vez mais entrincheirados em um tipo de "gueto" acadêmico.

Ora, sabemos que para se provar qualitativamente vigoroso, um campo científico deve ao menos cumprir dois requisitos: enquanto campo canônico, sua produção deve ser feita obedecendo a regras claras e aceitas pela comunidade científica; e enquanto campo científico, ela deve também obedecer ao quesito de acumulação, ou seja, deve viabilizar veios consistentes e continuados de pesquisa, de forma a que não seja apenas o agregado de esforços individuais, mas sim algo como uma "cadeia em que mãos e esforços se unem, levando a que um prossiga aquilo que o outro iniciou" (Bertero et al., 1999).

O que tenho defendido é, sinteticamente, que o campo de Estudos Organizacionais na América Latina só pode ser relevante se atender a um ou mais de três critérios, que definem o que considero as principais escolhas estratégicas que a área pode fazer: primeiro, podemos objetivar nossa inserção na produção mundial de conhecimento, contribuindo à nossa moda e com nossas (limitadas) possibilidades para a construção e acumulação de conhecimento mundial na área. No momento, parece evidente que não o fazemos (Bertero et al., 1999; Quintela, 2003) e para nesse debate nos inserirmos, fazse urgente que conheçamos e que busquemos atender aos cânones que esse campo internacionalmente entende como válidos. Uma segunda (e não excludente) possibilidade seria focar temática e interesses locais (no que é "nosso", e nenhum centro estrangeiro estaria em melhor posição de entender ou pesquisar). Tampouco parece ser o nosso caso no momento, com a honrosa exceção de alguns programas (como a UFBA) mais focados no local: a maioria da nossa produção é fundamentalmente '"estrangeirizada", como tantos (ex.: Vergara e Carvalho, 1995; Vergara e Pinto, 2000) têm denunciado. Por fim, uma terceira (e também não excludente) possibilidade estratégica para o campo seria orientar-se para aquilo que for relevante para a práxis local.

É por isso que entendo que a melhoria qualitativa de nossa produção, a qual acredito condicionar a sustentabilidade do campo, depende em larga medida, de sermos capazes de entender e sintetizar a que critérios de qualidade, afinal, deveríamos atender e, então, fazer com que nossos autores e revisores por eles orientassem seus afazeres.

 

A CONTRIBUIÇÃO DO FÓRUM DE DESENVOLVIMENTO DE TEORIA

Dar orientação para esses dois requisitos é justamente o que os artigos deste fórum propiciam. Esses trabalhos podem ser extremamente úteis como guias auxiliares para autores e revisores que procuram entender a que critérios devem atender caso queiramos que nossa produção tenha alguma presença e relevância internacional (Quintella, 2003).

No intento de oferecer uma amostra desses critérios de qualidade e de geração de condições de acumulação de conhecimento, os três artigos deste fórum foram retirados de cada um das três principais edições especiais sobre desenvolvimento de teoria publicados em língua inglesa nos últimos anos: o número especial de Desenvolvimento de Teoria da Academy of Management Review de 1989 (do qual foi extraído o texto de Whetten); o fórum especial da Administrative Science Quarterly sobre o mesmo tema em 1995 (do qual saiu o texto de Sutton e Staw); e o último fórum da Academy of Management Review sobre construção de teoria, em 1999 (do qual foi obtido o texto de McKinley, Mone e Moon). Os preceitos desses três números especiais são sabidamente usados como "guia" de avaliação por revisores e editores dos principais "outlets" acadêmicos internacionais em Administração.

Embora alguns outros textos desses fóruns sejam já clássicos e uma leitura que a qualquer acadêmico da área recomendo3, os três textos escolhidos pela RAE parecem ser uma excelente porta de entrada para o debate que esperamos que este fórum gere sobre qualidade de produção científica no campo, nas condições e características da pesquisa acadêmica brasileira em Administração.

Os dois primeiros, tanto o de David Whetten como o de Bob Sutton e Barry Staw, são de fato leitura obrigatória para a maioria de revisores dos principais periódicos acadêmicos em Administração. Por conseqüência, ao menos na minha experiência e conhecimento, são também muito utilizados pelos maiores centros produtores de literatura acadêmica no campo. Na essência, ambos tentam responder às mesmas perguntas: o que constitui uma boa contribuição teórica? O que caracteriza uma má teoria ou uma contribuição teórica deficiente?

Ora, nada mais útil a um campo que precisa melhorar qualitativamente do que saber como os "leões-de-chácara" (gatekeepers) do campo preconizam e avaliam a produção que quer ter um lugar ao sol em uma área cujos cânones têm autoria e endereço - norteamericanos - conhecidos.

A utilidade desses critérios para nossos autores parece evidente: diversas das falhas de qualidade a nós atribuídas são previstas e preconizadas com bastante clareza. A julgar por essas retrospectivas da área, aos revisores brasileiros deverão ser incomodamente familiares preceitos como o de que longas revisões teóricas não constituem - segundo esses critérios - uma contribuição teórica relevante; ou de que longas tabelas cheias de dados, ou ainda desenhos ou listas de variáveis e correlações não constituem teoria de per se; ou de que uma descrição de caso que apenas ilustre teoria existente não traz contribuição relevante; ou ainda de que para ser uma contribuição teórica aceitável, uma pesquisa deve não apenas ser bem feita e rigorosa (o que, de fato, deveria ser uma condição sine qua non), mas também trazer novidade, ser tempestiva, e responder adequadamente a uma pergunta que de fato prove que precisa ser respondida no campo.

Enquanto os dois primeiros artigos vão focar em orientar o que é e"o que não é um bom trabalho teórico, o terceiro orienta-se para o segundo requisito do campo científico: a acumulação do conhecimento. Realmente, um dos pontos mais criticados em nossa produção é justamente a sua falta de continuidade e de consistência em veios - ou linhas - de pesquisa que dêem seguimento e convergência ao que se produz no campo. Em outras palavras, a idéia é que só há produto claramente relevante e contributivo de um campo científico na medida em que tal produção constrói-se e converge ao longo do tempo, em torno de arcabouços - ou "escolas" - teóricos frutíferos e consistentes.

Neste terceiro e mais recente artigo, McKinley, Mone e Moon propõem justamente os requisitos que fariam de uma linha de pesquisa uma "escola" teórica. Em essência, eles propõem critérios de novidade, continuidade e escopo que em sua opinião deveriam determinar se a candidata à escola tem o que é necessário para organizar e convergir uma massa importante de pesquisa dentro do campo. Os autores também oferecem subsídios e argumentos de porque, em um campo científico como o de Estudos Organizacionais, a necessidade da criação e aproveitamento pleno dessas "escolas" teóricas para convergir e maximizar a relevância da pesquisa acadêmica no campo é simplesmente essencial para a continuidade dos produtos da pesquisa da área e, em última análise, para a longevidade da relevância do campo. Sem parâmetros mínimos dessa aglomeração teórica, parecem sugerir que o campo se perderia (como argumentava Pfeffer, 1994) em uma competição por criar e lançar uma sucessão interminável (e sem continuidade) de "novas" teorias e arcabouços, que no fundo constituiriam uma guerra por territórios de influência político-acadêmica no campo.

Mas isto tudo faz sentido? Sobre as limitações e potencialidades dos cânones

Não deixa de ser uma ironia que tenha sido eu, um crítico costumaz de nossa mania de reproduzir - inclusive em nossos periódicos mais respeitados, como a RAE - autores e trabalhos estrangeiros no campo de Administração, a quem encarregassem a tarefa de apresentar este fórum especial sobre desenvolvimento de teoria em Estudos Organizacionais. Mas a verdade é que também sempre defendi que o que não podemos é aceitar sem maior reflexão crítica e sem maior critério de seletividade o que vem de for, somente pelo simples fato de vir de fora. Pelo mesmo motivo, não poderia deixar de reconhecer o valor destes trabalhos que, embora estrangeiros, são uma escolha extremamente apropriada para um grave problema local: o da potencialização da qualidade da produção acadêmica em estudos organizacionais no Brasil.

Mas como crítico da importação irrefletida e com pouco critério da referência estrangeira em nossa academia, não poderia deixar de acreditar que, vistos como um todo, é óbvio que precisamos relativizar, complementar e adaptar (à nossa realidade) boa parte do que esses textos sugerem como essencial a uma "contribuição cientifica relevante" ou "de boa qualidade". Quando advogo que essas diretrizes e critérios podem ser muito úteis ao oferecer os parâmetros internacionalmente aceitos para pesquisa em Estudos Organizacionais, não estou nem de longe assumindo que tanto esses autores quanto quaisquer outros sejam donos da verdade. Tampouco quero insinuar que devemos tomar o cânone anglo-saxão do campo como um dogma inquestionável: ao contrário, em trabalho anterior, já afirmei que em produção de conhecimento científico em administração, como em outras áreas sociais, devemos estar preparados para aceitar diversos cânones e exercitar a tolerância. E muito menos compartilho da conhecida idéia de Jeffrey Pfeffer (1994) de que para tornar Estudos Organizacionais tão paradigmaticamente forte como outros cam

pos científicos, teríamos de fortalecer o "gatekeeping", elegendo notáveis que decretariam seus pontos de vista e seus cânones indiscutíveis a todos os demais pesquisadores. Na verdade, concordo é com a crítica que John Maanen fez à tese de Pfeffer, a quem pública e basicamente chamou de defender ideais fascistas para o campo. O que não posso, entretanto, é deixar de admitir que (a) ao menos internacionalmente e em especial no mundo anglo-saxão que o rege, o campo tem sim padrões cada vez mais rígidos e definidos do que é ou não uma pesquisa ou uma contribuição teórica relevante; e (b) se o campo no Brasil quiser inserir-se na produção internacional de conhecimento no campo, não restará ao pesquisador que submete sua pesquisa nesse domínio outra escolha que não a de conhecer e a tentar respeitar esses critérios, requisitos e limites que os artigos como os incluídos neste fórum tentam estabelecer. Negar esse simples fato é, ao meu ver, não só inútil como contraproducente.

É por esse motivo que eu espero que o leitor da RAE, especialmente àquele preocupado com a qualidade da produção acadêmica em Administração no Brasil, aprecie, como eu, os ensinamentos destes artigos.

 

Notas

1. Somente na década de 1990, o crescimento de trabalhos aceitos no Enanpad foi de 144%, e tomando-se cumulativamente os Anais do Enanpad com os principais periódicos acadêmicos brasileiros, o aumento da produção chega a 105,7% nessa última década (Tonelli et al., 2003).

2 O autor reconhece e agradece ao Prof. Clóvis Machado da Silva a lembrança da necessidade de fazer este reparo no argumento, em reconhecimento ao estágio até recentemente "em formação" da área.

3 Em especial, cito exemplos como o de Kathy Eisenhardt (AMR, 1989) sobre construção indutiva de teoria a partir de estudos de caso (um marco do que é hoje em administração considerado um estudo de caso teoricamente contributivo e um meramente ilustrativo, muito apropriado pro nosso contexto atual no Brasil) e o de Karl Weick (ASQ, 1995), que de certa forma contrapõe e complementa o excelente "O que não é teoria" de Sutton e Staw com o argumento de que o que teoria não é, teorização o é.

 

Referências Bibliográficas

Academy of Management Review - AMR. Special Issue on Theory Building. v.14, n. 4, 1989.

Administrative Science Quarterly - ASQ. Forum on Theory Building. V.40 (Special Issue), 1995.

ARKADER, R. A pesquisa científica em gerência de operações no Brasil. RAE -Revista de Administração de Empresas, v. 43, n. 1, p. 70-79, 2003.

BERTERO, C.O., CALDAS, M. e WOOD, T. "Produção Científica em Administração de Empresas: Provocações, insinuações e contribuições para um debate local". Revista de Administração Contemporânea, v.3, n.1, jan./ abr.,1999. p.147-178.

BIGNETTI, L. P. e PAIVA, E.L. Estudo das citações de autores de estratégia na produção acadêmica brasileira. In: Enanpad, 21º, 1997, Rio das Pedras. Anais... Rio das Pedras: Anpad, 1997. Produção Industrial e Serviços.

BOTELHO, Delane, MACERA, Andrea. Análise metateórica de teses e dissertações da área de marketing apresentadas na FGV-EAESP (1974-1999). In: Enanpad, 25º, 2001, Campinas. Anais... Campinas: Anpad, 2001. Marketing.

CALDAS, M.; TONELLI, M.; LACOMBE, B. Espelho, espelho meu: Metaestudo da Produção científica em Recursos Humanos nos ENANPADs da década de 90. In: Enanpad, 26º, 2002, Salvador. Anais... Salvador: Anpad, 2002.

EISENHARDT, Kathleenn. "Building Theories from Case Study Research.". The Academy of Management Review, v.14, n.4, outubro, 1989. p.532-550.

HOPPEN, N., AUDY, J.L.N., ZANELA, AI.C., CANDOTTI, C.T., SANTOS, A M., SCHEID, R. PERIN, M.G., MECCA, M.S. e PETRINI, M. Sistemas de Informação no Brasil: uma análise dos artigos científicos dos anos 90. In: Enanpad, 22º, 1998, Foz do Iguaçu. Anais... Foz do Iguaçu: Anpad, 1998. Administração da Informação.

MACHADO-DA-SILVA, Clóvis L., CUNHA, Vera C., AMBONI, Nério. Organizações: o estado da arte da produção acadêmica no Brasil. In: Enanpad, 14º, 1990, Florianópolis. Anais... Florianópolis: Anpad, 1990. Organizações. p.11-28.

KEINERT, Tânia M. O que é administração pública no Brasil? In: Enanpad, 24º, 2000, Florianópolis. Anais... Florianópolis: Anpad, 2000. Marketing.

LEAL, R.; OLIVEIRA, J.; SOLURI, A. Perfil da Pesquisa em Finanças no Brasil. RAE- Revista de Administração de Empresas, v. 43, n. 1, p. 91-104, 2003.

PERIN, Marcelo G., SAMPAIO, Cláudio H., FROEMMING, Lurdes M. S., LUCE, Fernando B. A pesquisa survey em artigos de marketing nos Enanpads da década de 90. In: Enanpad, 24º, 2000, Florianópolis. Anais... Florianópolis: Anpad, 2000.

QUINTELLA, R. Encontro nacional da Anpad x Meeting of AOM: Lições, questionamentos e especulações. RAE -Revista de Administração de Empresas. v. 43, n.3, p. 107-115. 2003.

TONELLI, M. ; CALDAS, M.; LACOMBE, B e TINOCO, T. Produção Acadêmica em Recursos Humanos no Brasil: 1991-2000. RAE- Revista de Administração de Empresas, v. 43, n. 1, p. 105-122, 2003.

VERGARA, Sylvia C., CARVALHO JR., Dourival de S. Nacionalidade dos auto-res referenciados na literatura brasileira sobre organizações. In: Enanpad, 19º, 1995, João Pessoa. Anais... João Pessoa: Anpad, 1995. Vol. 6. Organizações.

VERGARA, S., PINTO, M. C. S. "Nacionalidade das referências teóricas em análise organizacional: um estudo das nacionalidades dos autores referenciados na literatura brasileira." In: ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDOS ORGANIZACIONAIS, 1º, 2000, Curitiba. Anais...Curitiba, 2000.

VIEIRA, Francisco G. D. Por quem os sinos dobram? Uma análise da publicação científica na área de marketing do Enanpad. In: Enanpad, 22º, 1998, Foz do Iguaçu. Anais... Foz do Iguaçu: Anpad, 1998. Marketing.

VIEIRA, Francisco G. D. Ações empresariais e prioridades de pesquisa em marketing: tendências no Brasil e no mundo segundo a percepção dos acadêmicos brasileiros. In: Enanpad, 23º, 1999, Foz do Iguaçu. Anais... Foz do Iguaçu: Anpad, 1999. Marketing.

VIEIRA, Francisco G. D. Panorama acadêmico-científico e temáticas de estudos de marketing no Brasil. In: Enanpad, 24º, 2000, Florianópolis. Anais... Florianópolis : Anpad, 2000. Marketing.